sábado, 30 de maio de 2009

"Batman" e "Mini Ninjas" são apostas da Eidos na E3

Em comunicado oficial para a imprensa, a Eidos anunciou a listagem de jogos que levará para a E3 2009. A companhia trará três títulos: "Batman: Arkham Asylum", "Mini Ninjas" e "Just Cause 2"."Batman: Arkham Asylum" está sendo desenvolvido pela Rocksteady e será apresentado em forma jogável na versão PlayStation 3 - sendo que também está em desenvolvimento para Xbox 360 e PC - de forma que será possível experimentar o sistema de combate FreeForm e o Coringa como personagem jogável, elemento exclusivo do sistema da Sony. A Eidos aproveitou a ocasião para revelar também a data oficial de lançamento do game como dia 25 de agosto.Anunciado para setembro, "Mini Ninjas" - game de ação da IO Interactive - mostra a saga dos ninjas Hiro e Futo e o resto do clã a que pertencem em uma jornada para resgatar a harmonia no mundo à beira do caos. O game será mostrado em forma jogável no Wii, DS, Xbox 360 e PlayStation 3.Por fim, "Just Cause 2" - jogo de ação com mundo aberto desenvolvido pela Avalanche Studios - é ambientado em uma ilha paradisíaca e o herói contará com uma combinação de gancho e paraquedas para explorar as localidades, com grande ênfase em sequências aéreas. Em produção para Xbox 360, PlayStation 3 e PC, "Just Cause 2" será mostrado em forma jogável em um evento a portas fechadas, e ainda não tem data oficial de lançamento.

Novo "Wolfenstein" chega em agosto para X360 e PS3

A Activision confirmou a data de lançamento do novo game da série "Wolfenstein", jogo de tiro e ação em primeira pessoa que será lançado para Xbox 360, PlayStation 3 e PC.Segundo nota oficial da empresa, o título estará disponível no próximo dia 4 de agosto para as três plataformas.Este novo "Wolfenstein" coloca o jogador no controle de B.J. Blazkowicz, um condecorado membro da OSA (Office of Secret Actions) enviado em uma missão para investigar provas de um novo e misterioso poder nas mãos do Terceiro Reich alemão.Como de costume, o jogo capitaliza no clima de ficção científica e ocultismo com elementos da Segunda Guerra Mundial.Antes do lançamento, porém, novos detalhes sobre o jogo devem ser revelados durante a E3, maior feira de games do mundo que ocorre entre os dias 2 e 4 de junho em Los Angeles, nos Estados Unidos

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Lego Batman - The Videogame

Outra coisa bem interessante no game, assim como em Indiana Jones, é que o jogador pode escolher as fases que quer se aventurar. E tudo isto acontece na Batcaverna – tudo, sempre, acontece por lá. Você entra em cada um dos veículos do Homem-Morcego e cada fase aparecerá na tela para você escolher.
Lego Batman - The Videogame não quer fazer o gamer suar a camisa para passar de fase. Muito menos ter que pensar muito ao longo delas. Facilidade, diversão, porrada e risadas, muitas risadas, são os elementos que a Lego usou para tornar popular um game de sua franquia, agora com o herói Batman - pena que o Coringa desse jogo não tem a feição do personagem interpretado por Heath Ledger em Batman - O Cavaleiro das Trevas - mas isso já pedir demais, não?

Lego Batman - The Videogame

desafio parece ser quase impossível de ser cumprido, mas Batman sempre será o Cavaleiro de Gotham e é capaz de tudo para deixar a sua cidade “limpa de perigos”. O aliado da vez é Robin, que ajudará Bruce Wayne a capturar os foragidos.
Logo no início, o vilão Cara-de-Barro é o chefão da fase. Em uma Gotham City sitiada por inimigos e totalmente destruída, Batman & Robin são os homens responsáveis para deixar a cidade em paz. Os inimigos são simples de ser finalizados. Chutes, socos, bumerangue, chutes... A porrada rola solta e em grande estilo – com muito humor também - para a dupla dinâmica acabar com o crime organizado na cidade.
Não é apenas porrada, detonar os chefões que Lego Batman faz bonito. Ao longo das fases, você tem que trocar de traje, seja do Robin ou o Batman. Cada um possui trajes diferentes para conseguir passar certo trecho de uma determinada fase. Por exemplo: Batman tem uma roupa de bomba. Ele tem que usar esta vestimenta para explodir lugares, quando isto é necessário. Robin, por outro lado, possui uma roupa para andar em superfícies elétricas. Várias outras roupas são “abertas” ao longo do jogo. Elas são extremamente necessários para que você finalize o game.

Lego Batman - The Videogame

Seguindo os modelos de outras franquias da Lego para os videogames, Lego Batman é diversão pura. Esqueça o lado sombrio do herói, o anarquismo de Coringa, a sedução de Mulher-Gato, Cara-de-Barro, Hera Venenosa e a inteligência de Duas-Caras. Tudo neste jogo é pura diversão. Dos vilões à dupla dinâmica (Batman e Robin), risos e pontas-pés são inevitáveis.
Tudo começa quando os capangas dos vilões (Hera Venenosa, Coringa, Duas-Caras, Mulher-Gato, Mr. Freeze, Charada, Bane, entre outros, os ajudam a escapar de um presídio de segurança máxima. Com uma animação bem divertida, o game já mostra porque a Lego dá de dez a zero em muitos outros jogos sérios lançados por aí. E esta fuga em massa, com direito a helicóptero (alguém se lembrou do resgate de Fernandinho Beira-Mar?), fará Batman e seu fiel escudeiro, Robin, a caçar cada um deles, em suas respectivas fases, para colocá-los novamente atrás das grades.

Lego Batman - The Videogame - Diversão com Batman e Robin

Lego nos games é sinônimo de diversão. Indiana Jones e Star Wars, que foram lançados neste ano, mostram isto de uma maneira irreverente. É deste modo que Lego Batman – The VideoGame chega aos consoles (PSP, Wii, DS, Xbox 360, PS2 E PS3). E com o sucesso quase bilionário do filme Batman – O Cavaleiro das Trevas, o game chega no exato momento para pegar fãs e adoradores do filme pela culatra

Sony anunciará novo game - Título será inédito e do PS3

Sony Computer Entertainment of America - ou SCEA, se você gosta da versão resumida - prometeu através de seu relações-públicas Jake Osuwiah "o anúncio de um novo título, 'fresquinho', para PS3, logo...". A informação veio do Twitter da empresa, o qual também dizia que nenhum detalhe seria divulgado por enquanto, por motivo de embargo - o qual deve levantar na terça feira da semana que vem.

Nada de Heavy Rain em 2009 - Produção confirma lançamento em 2010

"Heavy Rain: The Origami Killer" não será lançado em 2009, apesar da Sony apelidar o título de "o mais importante do nosso catálogo de 2009". A Quantic Dreams, desenvolvedora do jogo, confirmou que o jogo não verá a luz do dia até "algum período de 2010". Esse é o segundo título a se unir ao rol de lançamentos para o ano que vem - o primeiro foi "God of War III" - e especulações indicam que "M.A.G", um jogo online hiper-massivo, exclusivo de PS3, apresentado pela Sony na E3 2008, também vai unir-se aos dois títulos supra-citados.

Wii Fit não é mais nº1 - Liderança perdida no Reino Unido

"Wii Fit", depois de seis meses de supremacia nos rankings de venda do Reino Unido, finalmente caiu algumas posições, perdendo o lugar mais alto do pódio para ninguém menos que "UFC Undisputed 2009", a mais recente iteração dos jogos de vale-tudo (que aliás, já está na redação e tão logo teremos um review). Agora em uma salgada quarta posição, as especulações que giram em torno dos motivos que levaram à queda falam do fato de todo mundo agora ter um "Wii Fit", pondo assim em xeque a credibilidade de "Undisputed".

terça-feira, 26 de maio de 2009

inFamous'


O jogo de ação "inFamous", exclusivo para PlayStation 3, chega às lojas brasileiras nesta terça-feira (26), mesma data de lançamento nos Estados Unidos. "inFamous" é distribuído pela NC Games e tem preço sugerido de R$ 299.

O protagonista do jogo é Cole, um "cara normal" que sobrevive a uma explosão na cidade fictícia de Empire City. Ao mesmo tempo em que descobre ser um dos suspeitos pelo acidente, Cole tenta dominar os poderes que adquiriu depois da explosão.

A cidade, no estilo "mundo aberto" de "GTA IV" e "Crackdown", permite exploração de cenários e interação com outros personagens - sejam eles inimigos ou inocentes.

Com os poderes especiais, Cole vai escalar prédios com facilidade e aproveitar os elementos "elétricos" para explodir e destruir o que for necessário.

"inFamous" é produzido pelo estúdio Sucker Punch, responsável pela série "Sly Cooper", inaugurada em 2002 no PlayStation 2.

'inFamous' chega às lojas brasileiras




Jogo é exclusivo para PlayStation 3 e tem preço sugerido de R$ 299.Herói é cidadão comum que ganha superpoderes depois de um acidente.


Quantum of Solace

versão para Nintendo DS se assemelha bastante com o que foi apresentado nos consoles de mesa, exceto pela jogabilidade, que é ligeiramente mais intuitiva no portátil da Nintendo. Dá para trabalhar o jogo tanto na styllus (estranho, e desconfortável) como nos botões (mais recomendável para evitar vergonhas), mas comete os mesmos erros vistos na versão robusta dos consoles.
Usando a engine de Call of Duty 4, reinventando o visual gráfico dos jogos 007 e apresentando um Bond mais cínico, maléfico e obscuro, Quantum of Solaceestá disponível para PC, PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo Wii, Nintendo DS e PlayStation 2.

Quantum of Solace

Além disso, Quantum of Solace possui uma variedade de movimentos impressionante: você pode matar silenciosamente um guarda com um silenciador, se esgueirar e atacá-lo pelas costas, com as próprias mãos, ou agir feito Rambo em dia de fúria e esvaziar pentes e mais pentes no que se mover. Isso fica ainda mais impressionante quando a visão muda de primeira pessoa (padrão) para terceira pessoa (atrás de coberturas, takes de ações especiais etc.): o jogo automaticamente muda o ângulo de visão de apenas a mão de Bond para uma visão pouco acima de seu ombro, similar à Metal Gear 4.
Sem mencionar os ambientes. Fielmente reproduzidos do filme homônimo (que estreou no Brasil em 07 de novembro), você verá locais como Veneza, Viena, Áustria e Bolívia, realisticamente desenhados, para simular os mínimos detalhes da vida real. Como pontos negativos, o sistema de cobertura, aquele quemuda sua visão de primeira para terceira pessoa, é falho em alguns momentos, meio que deixando você sem querer na linha de tiros dos capangas inimigos. Outra mancada é a facilidade com que você derruba um atirador: dois, três disparos no máximo, mesmonão atingindo pontos vitais, são suficientes para que um inimigo deite por toda a eternidade. Outra coisa estranha: sabe quando você mata um inimigo e pega a arma dele? Não importa qual arma seja, Bond sempre tem um silenciador à mão.

Quantum of Solace

007 Quantum of Solace marca a segunda atuação de Daniel Craig como o novo James Bond nos cinemas, e também a sua primeira empreitada, caro jogador, de assumir nos games o papel desse que provavelmente é o melhor Bond desde Sean Connery.
O primeiro recurso a ser notado é a inteligência artificial ultra-avançada de Quantum of Solace: em outros jogos do gênero, os inimigos atiram em você de uma posição estática, mesmo que você esteja sob cobertura. Em outras palavras, eles não saem do lugar mesmo que não lhe acertem um único tiro. Aqui, a impossibilidade de ser acertado por determinado ângulo faz com que os inimigos procurem outras formas de acabar com sua xeretagem ultra-secreta.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Need for Speed Undercover

Outro destaque fica por conta dos adversários, que apesar de no começo não dificultarem em nada sua vida, conforme seu desenvolvimento, eles passam a atormentar com fechadas e até mesmo jogando você contra o muro ou fora da pista. Isso sem falar nos motoristas de fim de semana, que insistem em desviar dos carros indo à sua direção, fazendo com que a opção time, no qual o jogo fica em um determinado tempo na câmera lenta, seja mais que necessária. Mas é bom você andar na linha, pois os homens da lei estão de volta em Undercover. Como em NFS Most Wanted, você pode desfrutar de diversas missões ilegais, como destruir um determinado numero de carros da polícia, causar uma determinada quantia em prejuízos aos cofres públicos entre outras aventuras irregulares. Mas cuidado, pois além de evoluírem suas maquinas no decorrer do jogo, a polícia não sairá da sua cola. Os helicópteros também aparecem para perturbar, por isso seja rápido e procure locais que eles não te vejam, como debaixo de viadutos ou dentro de estacionamentos. Mas como todo bom jogo, NFS Undercover tem as suas “saídas de pista”. Uma delas é a queda de frames durante as corridas, quando não existe muito movimento ao seu redor, o jogo roda em uma boa velocidade, mas basta iniciar uma corrida para que seja visível essa queda de quadro. No modo multiplayer essa queda fica ainda mais visível, mas nada que a diversão não cubra. Embora nessa versão muitas missões acabam tornando-se inovadoras, como por exemplo, destruir o carro de alguns inimigos no melhor estilo GTA. Com o tempo elas tornam-se bastante repetitivas, o que para muitos pode acabar deixando o jogo um pouco enjoativo. Mesmo com esses deslizes, NFS Undercover continua absoluto e tem tudo para ser o jogo de corrida do ano, e torcemos para que a Electronic Arts entenda que gostamos de NFS do jeito que ele é e sempre foi por isso nada de mudanças bruscas nas próximas versões.

Need for Speed Undercover

principal meta da EA era apagar a má impressão do último título da franquia (NFS Pro Street), a missão foi praticamente cumprida. Muitos acharam que após o lançamento de Midnight Clube Los Angeles, Need For Speed Undercover precisaria queimar muita borracha para superar, mas EA mostrou que para voltar à hegemonia, basta apostar em tudo que sempre agradou os fãs e fez sucesso: jogabildade única e muita diversão. O que realmente contribuiu para que NFS voltasse a ser referencia no gênero, foi a volta dos circuitos de rua, que além de imensos, estão muito bem desenhados. Os modos de jogo continuam variados, com corridas em circuitos marcados em determinados trechos no mapa, até verdadeiros “rachas” onde você cruza avenidas em extrema velocidade e deve abrir uma determinada distância de seu adversário. Isso sem contar com os serviços que você deve realizar para prosseguir no jogo, que consistem em vencer algum tipo de prova, destruir outros inimigos e até mesmo roubar determinados veículos. A personalização continua bem variada. Você pode inclusive escolher o tamanho e posição dos adesivos dos carros, além de colocá-los onde achar melhor, possibilitando assim verdadeiras alegorias carnavalescas em seus possantes. E por falar em veículos, marcas importantes como Audi, Mercedes, Nissan, Ford e até mesmo Mclaren, disponibilizam veículos para serem adquiridos durante o jogo, basta ter muita grana para comprar essas máquinas, que não custam barato. O enredo faz com que você se sinta o protagonista de um verdadeiro filme, até mesmo pela presença de alguns atores conhecidos, como a atriz Maggie Q que contracenou com Bruce Willis em Duro de Matar 4.0 e com Tom Cruise em Missão Impossível 3.

Bioshock 2 e Tekken 6 chegam em outubro

Em um movimento considerado não muito comum na indústria de games, o executivo David W. Carlson - da rede norteamericana de lojas Gamestop - revelou abertamente os atuais planos de lançamento de alguns dos jogos mais esperados do ano. Carlson afirmou, por exemplo, que Tekken 6 e Bioshock 2 serão lançados no mesmo mês - em outubro.
Além dos dois títulos, Carlson também falou a respeito de Assassin's Creed 2 - que sai em novembro - e Call of Duty: Modern Warfare 2, também previsto para o mesmo mês. "Parece uma temporada de final de ano muito, muito forte" afirmou o executivo. E põe forte nisso

sábado, 23 de maio de 2009

Tenchu: Shadow Assassins


salvação, por incrível que pareça, está no seu psicológico. Conforme seu progresso no jogo, você passa a agir instintivamente, deixando a fluidez das ações tão bela que qualquer falta é compensada e passa despercebida. Dessa forma, Tenchu: Shadow Assassins é um ótimo jogo, que apesar dos passos em falso, consegue divertir, ensinando ao jogador muita coisa sobre a arte ninja, ao mesmo tempo que prende a atenção do jogador do início ao fim.

Tenchu: Shadow Assassins


pecado do jogo, porém, nota-se na infantilidade ocasional da jogabilidade: na versão japonesa, ser visto (durante o jogo inteiro você deve passar despercebido) significava Game Over imediato, forçando-o a recomeçar a aventura do último ponto salvo. Na versão americana, as coisas são mais "perdoáveis": Rikimaru (ou Ayame, os dois protagonistas) utilizam o Utsusemi (aquele golpe da bomba de fumaça para desaparecer), retornando para o início da fase. Ao menos dessa vez, a Acquire fez uma coisa certa: reduziu o espaço de itens. Se nos Tenchus anteriores você carregava uma enorme quantidade de armas, aqui você deve moderar utilizações: está carregando graveto de bambú, shurikens e vara de pesca, mas precisa pegar a espada que está no chão? Abandone um de seus itens.
Outra mancada é a cruel metodologia que deve ser empregada para passar de fase: a cruel movimentação da câmera, a inteligência artificial mal-regulada e o desenho mal-feito dos ambientes fazem com que você determine a rota mais segura por intermédio do "vai-tentando-até-acertar" - não há um recurso, um movimento, apenas a necessidade de cruzar obstáculos por vezes complicados demais, e não raro você fica aberto à detecção pelos olhos adversários.

Tenchu: Shadow Assassins


Tenchu: Shadow Assassins é o retorno da sombria franquia aos games, desta vez pelas mãos da UbiSoft (a mesma de Prince of Persia ). E o maior atrativo: esse jogo é o primeiro, depois de muitos anos, desenvolvido pela equipe original, que já declarou em outra época que "a franquia não existe, pois as equipes que cuidaram das versões posteriores às nossas destruíram a imagem do jogo". Lançado para Wiie PSP, o jogo faz um excelente trabalho em mostrar a basicidade da arte ninja para o jogador. Inclua aí movimentos como se mover de uma área escura para outra, caminhar pelos suprtes do teto, esconder-se no chão e em moitas e, naturalmente, matar sorrateiramente, instantaneamente, sem ser visto, com um único golpe.

Tenchu: Shadow Assassins - A essência da arte ninja nos games


Mesmo quem tem pouca experiência nos games sabe: existem jogos de ninjas, e existem JOGOS DE NINJAS. Explico: os primeiros - Ninja Gaiden, Ninja Blade e afins - focam mais em distribuir espadadas em combos rápidos, frenéticos e sensacionais, o que é ótimo. Mas o segundo traduz integralmente a essência da arte ninja. Verdade seja dita: apesar dos títulos citados serem sensacionais ( Ninja Blade terá review aqui logo, logo), um jogo que faça você agira como um verdadeiro ninja - andar pelas sombras, matar sorrateiramente, não ser visto - anda em falta. Tenchu: Shadow Assassins cumpre esse papel

F.E.A.R 2


fator "Terror" está bem melhor, apesar de algumas coisas ficarem devendo. Por exemplo: a primeira aparição de Alma no primeiro F.E.A.R me fez pular, mas no segundo eu meio que já esperava. Mas o pecado pára por aí: inimigos que saltam de dentro de armários, monstros que atacam soldados que atacam você. E tudo respondendo com um processamente fenomenal, sem queda de performance em nenhum momento (mas os loadings ainda são maçantes de tão demorados).
F.E.A.R 2: Project Origin é uma seqüência bem-elaborada de seu predecessor. Apesar de pecar em alguns aspectos relativamente básicos, ele merece todas as honrarias uma vez que sua proposta - entrar ebaixo da sua pele e trazer diversos momentos de puro desespero - é mais do que atingida. A Monolith poderia ter trabalhado mais em alguns aspectos, mas a variedade de inimigos, objetivos, além de uma história ainda mais incrementada, que usa apenas alguns remendos do primeiro jogo contribuem para fazer desse um título obrigatório a qualquer um que se considere um gamer hardcore.

F.E.A.R 2


F.E.A.R 2 , como você pôde conferir no preview publicado na semana passada, coloca você na pele de um membro de uma unidade de combate especial, criada para lidar com assuntos paranormais relacionados à Alma, a garota extra-sensorial do primeiro jogo. A menina mais medonha dos games voltou, ainda mais poderosa e ainda sedenta de vingança pelo mal que seus pais causaram à ela. Você começa em um acidente de helicóptero - seu helicóptero - completamente desarmado. À medida que você progride no cenário, você vê um parceiro seu ser morto por um membro de uma unidade de defesa do complexo que você acabou de entrar.
Fácil de derrubar, ele e os oponentes similares seguintes oferecem pouca resistência, até que seu comandante "faz o favor" de investigar "uma mulher que chora pela perda de seu bebê". Encontrando seu superior, você se depara com um homem completamente enlouquecido, enfurecido, e sem distinção de amigo e inimigo. Gritando "Fique longe de mim" repetidamente, logo você vê seu corpo sendo içado na parede, apenas para ouví-lo gritar enquanto cortes simplesmente se abrem, esguichando sangue para todos os lados. É, ela chegou.
A partir desse ponto, começa um jogo de medo e inteligência, onde verdade e ilusão se misturam, tornando-se quase indistinguíveis. Aparições e flashbacks que podem lhe causar dano, monstros que nem a mais sádica imaginação poderia conceber, e um teor de violência e aventura que pode enfrentar de igual para igual tudo o que se viu até agora de Resident Evil 5. Tudo isso abastecido pela Unreal Engine 3, a mais popular interface gráfica usada nos games da atual geração. E se o visual não assusta, combine-o com o som de um ambiente aparentemente deserto, com ecos de gritos e grunhidos animalescos que gelam até a ponta da espinha.
O ponto forte de F.E.A.R 2 é o seu início. Ao contrário de uma seqüência comum, ele começa momentos antes do final do primeiro jogo, sob o ponto de vista de outra pessoa, Michael Bennet, em missão relativamente simples: levar sb custódia uma executiva de alto escalão da empresa que aprisionava a jovem Alma. O desenrolar da trama é basicamente o mesmo: você vê estranhos flashes, pessoas estranhamente "derretem" diante de você, enquanto sua mente é regada com visões de uma menina em um balanço. Se a história tem um ponto fraco, ele se chama "primeira metade". Simplista demais, apesar de se ter muita coisa para fazer nos primeiros estágios do jogo. As coisas melhoram muito na segunda metade, quando você passa por uma cidade inteira, lutando a céu aberto - com direito a um edifício completamente arrasado...mais um testamento do poder que Alma tem - e chega em uma instalação subterrânea que lembra bem o Black Mesa, de Half-Life . Mas para compensar tudo isso, os combates se alternam entre intensidade frenética e batalhas mais lentas. Mas nada será fácil, uma vez que a inteligência artificial dos inimigos é tão evoluída que você morrerá algumas vezes até pegar o jeito. São soldados virando mesas para ganhar cobertura, monstros que saltam do chão e se agarram no teto para fugir de sua visão, além de inimigos que se aproximam sorrateiramente pelas suas costas.

Em primeira mão - F.E.A.R 2 -Alma está de volta, mais poderosa do que nunca!


Alma está de volta, mais poderosa do que nunca!
Existem coisas que, por causa dos filmes de terror, sabemos que nunca devem ser feitas quando em situação de perigo paranormal extremo. Anotem: nunca se separem, nunca entre em pânico (mas corra até as pernas caírem) e nunca, jamais, sob nenhuma circunstância acredite que aquela garotinha com olhos brilhantes e pele pálida é inofensiva

Novas imagens de Heavy Rain -Game será exclusivo do PS3


Heavy Rain: The Origami Killer", de cara um dos jogos mais bonitos no quesito gráfico, ganhou uma série de novas imagens, as quais você confere
Heavy Rain" é um título exclusivo para PlayStation 3, e está sendo desenvolvido pela Quantic Dream e produzido pela Sony Computer Entertainment. Detalhes mais aprofundados de enredo ainda não foram divulgados, mas sabe-se que você não será um protagonista propriamente dito, assumindo o papel de vários personagens ao longo do desenvolvimento da trama. Segundo a equipe de produção, você será constantemente desafiado por dilemas morais, enquanto explora temáticas adultas.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Watchmen: The End Is Nigh


Em resumo, Watchmen: The End Is Nigh é um título genérico. Bom, mas por causa da expectativa gerada em torno do nome do produto, deveria ser muito, mas muito mais do que isso

Watchmen: The End Is Nigh


Para um jogo cuja versão demonstrativa, que baixei há umas 2 semanas, tem mais de 1GB de tamanho, confesso que esperava mais de The End Is Nigh : o jogo é um beat'em up crú e óbvio, mais parece Streets of Rage em versão de alta definição. Mas ao contrário do sucesso do Mega Drive, a versão game de Watchmen deixa a desejar por causa de seus comandos plásticos, que apesar de responderem bem, são simples demais, seguindo padrões muito manjados. Tudo se resume a um botão para ataque fraco e um para forte. Adicione a isso um botão para defesa/esquiva e um para poderes mais excêntricos e você tem um jogo genérico e previsível.

Watchmen: The End Is Nigh


Quadrinho, filme, jogo: o gibi é melhor
Já não era sem tempo que Watchmen, uma das melhores graphic novels do mundo, ganhasse uma versão para cinemas. Cá entre nós, o filme é bom, embora pareça plástico demais (e com nudez frontal demais para a minha sanidade), mas o MSN Jogos é um site para gamers, e como manda a tradição, um jogo com base no filme baseado nos quadrinhos também veio à tona: confira a seguir nossa análise de Watchmen: The End Is Nigh

THQ revela novo extra para Saint's Row 2


A THQ anunciou que o segundo dos três pacotes de conteúdos previamente revelados para o game de ação Saint's Row deve sair ainda este mesmo. Se tudo der certo, o arquivo estará disponível na rede Xbox Live a partir do dia 28 de maio, uma quinta-feira, por 560 Microsoft Points - ou pouco mais que US$ 7.GALERIA: Saint's Row 2Intitulado Corporate Warfare, o pacote promete um novo arco de missões envolvendo a Ulter Corporation. Além disso, o extra também contará com novos itens e modalidades de multiplayer, bem como com uma série de Conquistas adicionais.

Produtora revela detalhes de Guitar Hero 5



Dando continuidade ao que já virou tradição, a Activision planeja lançar mais um Guitar Hero até o final deste ano. Com versão confirmada para o Xbox 360, GH 5 promete ser mais acessível que os episódios anteriores e, o que é melhor, com uma novidade que tem tudo a ver com isso: agora, o jogador poderá combinar vários instrumentos na hora de mandar ver no som.GALERIA: Guitar Hero 5Isso significa, de acordo com o estúdio, que você não será mais obrigado a jogar com uma guitarra enquanto seus parceiros se revezam nos demais instrumentos: jogadores poderão formar bandas com quatro guitarras, quatro baterias e até quatro microfones. Mais que isso, poderão realizar as mais diversas combinações envolvendo os acessórios.Em se tratando dos demais destaques, Guitar Hero 5 promete uma tracklist variada - serão mais de 85 artistas, garante a Activision -, uma modalidade de estúdio reformulada e uma série de novos modos de multiplayer online. Até o momento, apenas 8 canções que farão parte do game foram reveladas. São elas: The Rolling Stones – "Sympathy for the devil"Bob Dylan – "All along the watchtower"The White Stripes – "Blue orchid"Santana – "No one to depend on"Vampire Weekend – "A-Punk"Tom Petty - "Runnin down a dream"Johnny Cash – "Ring of fire"Kings of Leon – "Sex on fire" Guitar Hero 5 tem presença confirmada na edição deste ano da E3, feira de jogos queacontece entre 1º e 4 de junho em Los Angeles, nos Estados Unidos.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Xbox 360 Arkanoid Live! - CONSIDERAÇÕES







"Arkanoid Live" é mais um remake/atualização de clássico que surge no serviço de distribuição digital do Xbox 360; outra boa oportunidade de viajar ao passado, quando os jogos eram mais simples, mas não menos viciantes. O preço de 800 Microsoft Points aparece um pouco salgado - fora o pacote extra de missões, que sai por 400 - por uma apresentação em alta definição burocrática e um punhado de modos extras, mas o charme da velha Vaus deve ser suficiente para chamar a atenção dos mais saudosistas.

Xbox 360 - Arkanoid Live!


De uns tempos para cá, o Xbox Live Marketplace tem se entupido de jogos antigos repaginados ou reimaginados, com variáveis graus de sucesso. Agora é a vez de "Arkanoid Live", que ressuscita o clássico derivado de "Breakout" dos fliperamas, famoso por interessante controle, uma espécie de dimmer que servia para movimentar o astro do jogo, a nave Vaus. Apesar do clima de ópera espacial, com a nave em constante conflito contra as forças alienígenas do vilão DOH, o esquema não poderia ser mais simples, remetendo aos tempos do seminal "Pong". Vaus é, basicamente, uma paleta que deve rebater uma bolinha para destruir vários tijolos retangulares espalhados pela tela - ao deixar a bola passar e sair dos limites do vídeo, uma vida vai embora. Ao detonar determinados tijolos, bônus aparecem e devem ser resgatados para garantir alguns efeitos interessantes, como lasers que aceleram a destruição do cenário.O básico sobre "Arkanoid Live" está aí. Para o bem ou para o mal, é o mesmo jogo de sempre, com o acréscimo de alguns modos extras pouco criativos e uma apresentação em alta definição indiferente, acomodada com a simplicidade do conceito e que sequer conta com efeitos de luzes notáveis, transições ou fundos de tela mais trabalhados. Os controles, ao menos, funcionam como o esperado.Além da aventura principal, há o modo Barrier, que substitui as vidas da Vaus por uma barreira que protege as costas da nave - este muro pode tomar algumas boladas, mas se deteriora logo. Há também suporte para multiplayer offline ou online, com modalidades competitivas que pedem a destruição de todos os tijolos ou aqueles de cores específicas. No cooperativo, dois jogadores encaram a mesma tela, com duas paletas simultâneas que devem trabalhar em conjunto para evitar a saída da bola - o que requer um bom entendimento entre os parceiros de jogo e parece um pouco mais emocionante.

sábado, 9 de maio de 2009

Klonoa - CONSIDERAÇÕES


Simples, porém extremamente divertido e bonito, "Klonoa" consegue cativar mesmo apresentando uma aventura com 12 anos de idade. Os controles podem parecer ultrapassados para alguns, mas fato é que a simplicidade torna a experiência agradável e fácil de lidar - às vezes fácil demais. Pena ser uma jornada tão curtinha e com poucos bônus. Quem sabe um eventual sucesso de crítica e vendas não propicie também um remake do segundo game do herói.

Klonoa -Encantadora simplicidade


A aventura é das mais simplórias e clichê: Klonoa é um rapaz com aparência de animal que um dia misteriosamente encontra um artefato de grande poder. Obviamente, um vilão malvado está atrás do tal item e cabe a Klonoa derrotar o bandido, que ainda por cima está capturando e aprisionando conterrâneos do herói.Em ação a jornada também se desenrola de maneira bem tradicional, bastando andar para o lado, coletar diversos itens diferentes e derrotar os inimigos. Felizmente, tanta simplicidade também é diversão, visto que Klonoa acaba passando um charme cativante e um ambientação agradável de explorar. O método para detonar inimigos é singelo, mas criativo. Klonoa pode agarrar e arremessar os monstrinhos (pode inclusive utilizar a habilidade para acertar botões com as criaturas) ou então usá-los como trampolim para chegar em lugares mais altos

O design das fases não inova ou ousa demais, mas usa de maneira inteligente o fato de ser um jogo 2D com gráficos tridimensionais. Elementos passam voando pelo cenário, aparecem em planos diferentes e o próprio caminho linear faz curvas e voltas pela fase. Obviamente, basta segurar para o lado a fim de avançar, mas o efeito de imersão cativa e impressiona. Por vezes parece que se trata de um cenário de brinquedos coloridos em movimento.O visual não abusa do poder de processamento do Wii, mas consegue lugar entre os títulos mais bonitos do aparelho justamente por causa da direção de arte. Colorido e cheio de vida, "Klonoa" é um game agradável de se acompanhar. Esta releitura ainda ganhou vozes dubladas nos diálogos, o que só reforça o jeito de desenho animado da aventura.Divertido e fácil de jogar, "Klonoa" peca grandemente por ser curto. Quando menos se espera o jogo chega ao final e infelizmente oferece poucos atrativos para encarar novamente. Os prêmios são roupas novas e fases espelhadas (os mesmos níveis, só que ao contrário). Itens simpáticos, mas que pouco acrescentam ou expandem à experiência de jogo normal.

Wii Klonoa


O início de vida dos videogames de 32-bits - no caso o Saturno (da Sega) e o primeiro PlayStation (da Sony) - foi pontuado por jogos de aventura com progressão lateral, o chamado 2D, estilo de game muito popular nas gerações de consoles anteriores.Eventualmente os gráficos e controles 3D dominariam o mercado, deixando jogos deste tipo meio de lado, mas não sem antes algumas obras marcantes virem à tona. Uma delas é "Klonoa: Door to Phantomile", um belo, divertido e simpático jogo da Namco que agora renasce com alguns poucos extras e muita nostalgia no Wii.

Xbox 360 Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes


Depois dos remakes de "Super Street Fighter II Turbo" e "Bionic Commando" - além de tantos outros relançamentos e novas versões de games antigos - a Capcom agora dá vez à série Vs. justamente com o episódio mais popular: "Marvel vs. Capcom 2".O título chega às redes online PlayStation Network e Xbox Live como uma adaptação da versão de Dreamcast - considerada por jogadores profissionais a mais equilibrada em relação à original de fliperama e as lançadas para PlayStation 2 e o primeiro Xbox.Lançado originalmente em 2000, "Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes" inova amplamente ao expandir os combates em dupla para lutas entre trios. Cada personagem possui um conjunto de golpes especiais e pode-se combinar os poderes para investidas em duplas ou até com o grupo inteiro.O principal atrativo é a possibilidade de disputar lutas online. O mecanismo usado é o mesmo concebido pela Backbone para "Super Street Fighter II Turbo HD Remix", obviamente munido de melhorias e diversos tipos de tabelas de rankings e estatísticas para satisfazer as vontades até dos lutadores virtuais mais detalhistas.A fim de incentivar os combates pela rede, o game ven com todos os 56 personagens habilitados logo de início, dispensando assim o trabalho de terminar o jogo diversas vezes a fim de acumular pontos para comprar todos. Nenhum novo guerreiro, mas estão de volta todos os favoritos como Ryu, Ken, Akuma, Strider Hiryu, Captain Commando, Jill Valentine, Cyclops, Wolverine (em duas versões diferentes), Magneto, Hulk, Cable e tantos outros deste imenso combate.Apesar do plantel ser o mesmo, ajustes foram feitos à mecânica de combate entre trios para eliminar pequenas falhas de programação. A expectativa é de combates ainda mais equilibrados, já que velhos macetes não mais funcionarão.A fim de se adaptar aos padrões de alta definição dos videogames atuais, "Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes" conta com três filtros visuais diferentes: Normal, que exibe os gráficos sem alterações e com pixels evidentes; Smooth, que atenua os pixels deixando-os meio borrados; e Crisp, que deixa o visual ainda mais borrado, mas aqui faz alguns ajustes para aumentar a definição. Além disso, estarão presentes também opções para se jogar com tela em widescreen (16:9) ou formato padrão (4:3).Por fim, outra grande novidade desta adaptação é a possibilidade de personalizar totalmente a trilha sonora. Basta conectar ao console um tocador de MP3 - ou então usar as músicas guardadas no próprio disco rígido do PlayStation 3 ou Xbox 360 - e selecionar a música que quiser para os combates.Com tantos atrativos, "Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes" promete agradar em cheio os fãs saudosistas do game e talvez até pavimentar o caminho para que ainda mais clássicos da Capcom retornem na glória da alta definição e multiplayer online.

WWE Legends of Wrestlemania -CONSIDERAÇÕES


WWE Legends of Wrestlemania" é um jogo feito para conquistar os velhos fãs da mais famosa liga de luta-livre do mundo. E o título acerta justamente quando consegue apelar para a nostalgia, resgatando vídeos históricos, músicas de personagens e momentos clássicos da história da organização. No entanto, para o jogador comum, apresenta uma mecânica rasa e poucos modos de jogo empolgantes, servindo no máximo como mera curiosidade.

WWE Legends of Wrestlemania -Pouca variedade


"WWE Legends of Wrestlemania" só acerta realmente quando consegue criar um elo com o passado. Isso é mais evidente quando se explora elementos novos, como o sistema de criação de personagens - complexo, mas mera cópia do sistema de "SmackDown Vs. Raw 2009", com a possibilidade de importar lutadores deste - e o torneio específico para utilizá-los, o Legend Killer. Nele você enfrenta, em sequência, um monte de lutadores até chegar à rodada final, que de maneira absurda, propõe que o jogador derrote todas as quase 40 lendas do jogo em uma só tacada, sem paradas para salvar.

Fora isso, não há muito o que fazer. Há suporte para partidas multiplayer, mas sem nenhum grande atrativo como torneios, novamente reproduzindo elementos de "SmackDown Vs. Raw 2009". E, para piorar, os controles ficaram rasos, eliminando toda a possibilidade de improvisos e estratégias elaboradas - os golpes são desferidos apenas com os quatro botões frontais e os combos são realizados no esquema de eventos Quicktime, ou seja, durante a execução dos movimentos se torna necessário pressionar rapidamente aqueles que surgem na tela.A apresentação também é irregular. Além dos vídeos, há elementos bacanas que remetem ao passado, como a própria interface modificada para emular linguagem televisiva da década de 80 e a manutenção das músicas originais de abertura dos lutadores. No entanto, alguns modelos e ilustrações dos personagens são estranhos, deixando-os bastante diferentes das figuras reais, inclusive com movimentação estranha, o que deixa vazar um pouco da ilusão.

WWE Legends of Wrestlemania - Passado de glórias


Tudo em "WWE Legends of Wrestlemania" é carregado de nostalgia. Logo de cara, para sentir o clima do jogo, basta escolher lutas simples para voltar a tempos remotos, quando o SBT transmitia os primeiros programas. Há todo tipo de modalidade, desde os confrontos em duplas a brigas em jaulas de aço, com a possibilidade de escolher figuras ilustres dos anos 80 e início dos 90, como The Ultimate Warrior, Brett Hart ou Ted DiBiase - astros mais recentes, como The Rock, também dão as caras.

O principal modo de progressão é o Wrestlemania World Tour. Nele o jogador se depara com as opções de reviver lutas clássicas, alterar seus resultados ou mudar totalmente as regras. Em Relive é necessário realizar os mesmos movimentos que o campeão do combate original desferiu para vencer. No Rewrite, as coisas se invertem e o jogador passa a controlar o perdedor, para tentar mudar o destino do confronto. Já no Redefine, é possível colocar jaulas ou mudar o esquema das lutas para deixar o resultado mais imprevisível.O estranho é que, mesmo com o meticuloso trabalho de pesquisa para criar lista de golpes a serem mimetizados ou opções para alterar os combates, o melhor seja mesmo o aproveitamento do material em vídeo antes das partidas. Trechos das antigas lutas reais são exibidos em uma montagem bastante eficiente e emocional, que com certeza abala qualquer fã da modalidade. É o ponto alto do título.

PlayStation 3 WWE Legends of Wrestlemania




Direto ao assunto: se nomes como Hulk Hogan, The Undertaker, Yokozuna, Rowdy Roddy Piper ou Stone Cold Steve Austin não lhe dizem nada, "WWE Legends of Wrestlemania" não é bem a sua praia.O título de luta-livre é mais uma criação da Yuke's em parceria com a THQ, depois de vários outros jogos do gênero a respeito da WWE, a mais famosa liga norte-americana de "entretenimento esportivo", uma maneira mais bonita de chamar suas lutas de mentirinha. Como o nome sugere, esta versão se foca nos campeões do Wrestlemania, o maior torneio da organização que teve sua primeira edição em 1985.Assim, ao revisitar toda a história do evento, a THQ tentou apelar para a nostalgia dos fãs, inserindo cerca de 40 lutadores históricos, vídeos de arquivo muito interessantes e alguns modos curiosos. Pena que, para atrair também admiradores do esporte que não são familiarizados com videogames, os produtores tenham simplificado demais os controles afinados do jogo anterior, "SmackDown Vs. Raw 2009", para algo mais próximo da época do Super NES ou Mega Drive.

Guitar Hero: Metallica


Tecnicamente excelente, jogo musical estrelado pelo Metallica passa com louvor no teste de diversão

terça-feira, 5 de maio de 2009

X-Men Origins: Wolverine - CONSIDERAÇÕES


"X-Men Origins: Wolverine" é uma boa pedida para os fãs do mutante mais famoso da Marvel. Ainda que possua uma fórmula bastante comum, algumas falhas técnicas e poucos extras, o jogo traz ótimos momentos de diversão graças ao bom aproveitamento das características que transformaram o personagem em um ícone moderno. Com uma boa duração, a aventura consegue manter o jogador interessado e empolgado, talvez mais que o próprio filme.

X-Men Origins: Wolverine - Produção de ponta


A Activision também não quis economizar. Apesar de alguns tropeços técnicos como uma taxa irregular de quadros de animação em algumas sequências, certas texturas de baixa resolução e alguns modelos menos inspirados, a produção de "X-Men Origins: Wolverine" é de primeira qualidade.A começar pelo excelente trabalho de modelagem dos personagens principais, bastante detalhados e razoavelmente fiéis apesar da aparência mais bombada de Hugh Jackman. Os detalhes de seu corpo sendo destruído por balas, fogo e pancadas até a exposição do esqueleto de metal são impressionantes, assim como o processo de cura. Cenários de florestas e outros ambientes abertos também trazem uma sensação de grandeza à trama, com folhagens vivas, efeitos climáticos e adereços que compõem cenas com eficácia.Vale ressaltar, em especial, o ótimo trabalho de edição. A montagem das seqüências é espetacular, utilizando vários truques cinematográficos para garantir a fluidez da ação. Em um momento você está retalhando inimigos na margem de um rio, um evento em vídeo acontece (com gráficos do próprio jogo) e em seguida você já está sobre um barco, atirando com uma metralhadora. Sem pausas para carregamento ou outras distrações que poderiam diminuir o ritmo. Ângulos de câmera inteligentes, efeitos de transição bacanas e uma trilha emprestada do filme também amplificam o impacto - pena que a dublagem não conte com todo o elenco do cinema.

X-Men Origins: Wolverine - Vingança sangrenta


A história de "X-Men Origins: Wolverine", obviamente, tenta acompanhar a mostrada no filme. Embora, de uma maneira ou de outra, os eventos principais estejam presentes no game, a narrativa não é das mais bem amarradas, dividindo os estágios de maneira brusca. Não há grandes diálogos ou exposições, lançando o jogador nos mais diferentes cenários - como uma floresta na África ou uma instalação militar - sem muitos rodeios. É, naturalmente, um produto que presume que o jogador já assistiu ao filme e não precisa de maiores explicações sobre os acontecimentos.O que é preciso saber é que Wolverine é o melhor naquilo que faz, mesmo que o que ele faça não seja lá muito bonito. O personagem começa sua jornada em busca de vingança contra seu inimigo Dentes-de-Sabre detonando tudo o que vê pela frente, em um jogo que surpreende pelo grau de violência - bem mais explícita que no filme e em boa parte das outras aparições do sujeito em outras mídias. Aqui ele arranca braços e pernas, corta inimigos ao meio, estoura cabeças em hélices, empala soldados em estacas de madeira e esfola outros com uma naturalidade incrível. O velho Logan, em sua sede de sangue, poderia bem figurar em algum capítulo de "Mortal Kombat".Embora condenável diante de jogadores mais novos, a brutalidade de Wolverine faz bem ao jogo. Graças a essa truculência, o jogador tem a sólida sensação de controlar uma pessoa dona de habilidades únicas, como o fator de cura e as garras afiadas, que não tem medo de nada e é capaz de enfrentar exércitos inteiros sozinho, de peito aberto. Sentir todo o poder de destruição do mutante e presenciar os tiros dos inimigos destruírem sua pele e carne, expondo seu esqueleto até que se regenere ali mesmo, não tem preço. É, sem dúvida, o grande triunfo da Raven Software no projeto.Os combates então se tornam o principal em um esquema que segue à risca a fórmula de "God of War". Chefes que requerem algum tipo de mecânica especial, portas a serem arrebentadas e manivelas a serem montadas ou acionadas. Tudo está presente, incluindo aí a coleta de globos que garantem poderes especiais, upgrades de habilidades e acumulo de pontos de experiência. Não é nada interessante escalar muros ou buscar a saída com o instinto animal de Wolverine, mas ao menos tais passagens são rápidas e logo emendam novos momentos de pancadaria, com direito a combos furiosos na terra ou no ar e movimentos finalizadores sangrentos

PlayStation 3 X-Men Origins: Wolverine


Criado em 1984 como um mero coadjuvante na revista do Incrível Hulk, Wolverine logo se transformou em astro de primeiro escalão da Marvel Comics, graças a memoráveis histórias criadas por lendas dos quadrinhos como Chris Claremont, Frank Miller e John Byrne. Com aparições cada vez mais constantes nas mais diversas publicações, além de games, desenhos animados e outros produtos, o herói se fixou de vez no imaginário popular com a estreia do filme "X-Men", em 2000.O personagem transformou o então desconhecido ator australiano Hugh Jackman em astro, que roubou a cena nele e nos filmes subseqüentes da trilogia. Com a popularidade cada vez mais alta, o estúdio - a Fox, mesma de "Quarteto Fantástico" e "Demolidor - O Homem Sem Medo" - resolveu apostar então em um filme solo do violento mutante canadense, que chega agora aos cinemas de todo o planeta. Sob o título "X-Men Origens: Wolverine", o longa tenta explicar o passado do herói e seu relacionamento com outros famosos personagens da mitologia da Marvel e, claro, um jogo relacionado foi desenvolvido para pegar carona na empreitada.O jogo inspirado no filme foi bancado pela Activision, que deixou o projeto a cargo da veterana Raven Software, responsável por bons jogos como "X-Men Legends" e "Marvel Ultimate Alliance". De acordo com vários depoimentos de membros da equipe durante o desenvolvimento, o estúdio se empenhou em criar algo além dos costumeiros caça-níqueis que representam boa parte dos games baseados obras cinematográficas no mercado, mesmo com menos tempo para trabalhar devido à necessidade de conciliar o lançamento do jogo com a estreia do filme nos cinemas.Parece papo de marketing, mas não parece ter sido da boca para fora. "X-Men Origins: Wolverine" é um jogo acima da média para os padrões deste tipo de produto, com momentos de ação energética e apresentação sofisticada. Não está livre de problemas ou mostra grandes inovações, mas oferece o bastante para deixar os fãs do herói com um sorriso no rosto.

ROCK BAND Beatles" terá réplicas de guitarras de Lennon e Harrison


Já foi noticiado que "The Beatles: Rock Band" virá em um pacote especial contendo controles em forma de instrumentos, réplicas do baixo de Paul McCartney e da bateria de Ringo Starr. Porém, a ausência de controles no formato das guitarras de John Lennon e George Harrison foi sentida.Mas agora os fãs não têm mais do que reclamar, já que a Harmonix e a MTV Games anunciaram que os controles no formato destas guitarras - uma Rickenbacker 325 e uma Gretsch Duo Jet - estarão disponíveis, vendidas separadamente.Não foi divulgada uma data de lançamento para as guitarras, mas supõe-se que saiam junto com os outros pacotes do game, em 9 de setembro. Cada guitarra custa US$ 100. Assim, para ter todos as réplicas de instrumentos, o jogadores terá de desembolsar US$ 450 (US$ 250 do pacote especial mais as duas guitarras).Como os "Rock Band" anteriores, este jogo dedicado aos Beatles funciona como um simulador de banda, em que até quatro jogadores "tocam" instrumentos: guitarra, baixo, bateria e voz. A diferença, naturalmente, é o repertório, que traz as canções da lendária banda inglesa. O game prevê 45 músicas do conjunto, vindas de todos os álbuns lançados na época pela EMI, de "Please Please Me" até "Abbey Road", passando por clássicos como "Let It Be" e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band". O game está previsto para Xbox 360, PlayStation 3 e Wii.