Uma das características da última E3 foi que tanto a Microsoft como a Sony mostraram sistemas de controle por gestos, seguindo os passos da Nintendo com seu Wii. O Project Natal foi bem explicado na conferência do Xbox 360, mas a Sony foi mais reticente sobre seu sistema, que ainda não tem nome, mas está previsto para sair até meados de 2010.Recentemente o site Kotaku divulgou informações adicionais sobre o novo projeto da Sony. Em primeiro lugar, tudo o que foi apresentado na E3 fazia parte de um protótipo ainda em desenvolvimento, o que significa que o produto final pode ser bem diferente no que diz respeito ao seu aspecto físico. Os jogadores poderão fazer uso de um ou dois bastões para usos diversos, conforme foi apresentado, e estes bastões trarão também botões, que servem para usos diversos.Foi desta maneira que um dos produtores pôde simular um arco-e-flecha. Enquanto sua mão esquerda segurava aquilo que deveria ser o arco, a mão direita puxava a flecha. Para soltá-la, bastava soltar o gatilho presente no periférico. O uso deste novo sistema promete oferecer um número de aplicações grande, abrangendo inúmeros gêneros diferentes de jogos.Para Peter Dille, vice-presidente sênior de marketing e PlayStation Network da Sony Computer Entertainment para os Estados Unidos, ter um dispositivo na mão é essencial, cutucando o Project Natal, que é totalmente baseado em gestos. "De nosso ponto de vista, temos a tecnologia que provê melhor precisão. E isso nos dá a oportunidade de ter o melhor dos dois mundos". Dille também diz que o sistema será usado tanto para jogos casuais como títulos mais tradicionais. "É uma tecnologia robusta que dá a oportunidade de fazer ambos [os tipos de jogos]",conclui.A Sony por enquanto não possui uma expectativa de quanto o novo acessório custará. Mais informações sobre o controle de gestos pode ser apresentado na GamesCom ou Tokyo Game Show, feiras que acontecem na Alemanha e no Japão, respectivamente.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Direto da E3: "Modern Warfare 2" evolui o original em tudo
Call of Duty 4: Modern Warfare" é um jogo de tiro em primeira pessoa de imenso sucesso, e prova disso é esta continuação que chega no fim de ano. A Activision confia tanto na marca "Modern Warfare", que a separou da mais famosa e antiga "Call of Duty", transformando-a em uma franquia própria.Uma das fases de "Modern Warfare 2" se passa em uma favela do Rio de Janeiro, mas infelizmente, os desenvolvedores não mostraram esta parte do jogo. Tudo que disseram é que pesquisaram bastante sobre o Rio, mas não chegaram a ir para o Brasil.A fase exibida se passa na neve e nela você e seu general invadem uma base cheia de aviões e veículos para destruir.Os gráficos estão ainda melhores e a fase demonstra bem os diferentes tipos de ação que se pode desempenhar. No começo há uma trecho de alpinismo, depois um segmento no qual matar sem ser visto é essencial.Depois uma sequência frenética marcada por explosões e tiroteios. Depois pilota-se um snow-mobile até chegar a um helicóptero de resgate. Nesse ponto o demo acabou e todos os presentes na sala estavam impressionados.Além dos gráficos, uma melhoria técnica notável é o tamanho dos níveis, que parecem ter, no mínimo, três vezes o tamanho daqueles do jogo original. Fãs de games de tiro com certeza vão apreciar "Modern Warfare 2", que não inova muito, mas parece entregar uma continuação mais do que satisfatória para o primeiro título.
Direto da E3: controle-picape diferencia bem "DJ Hero"
DJ Hero" é o jogo musical que mais chamou atenção nesta E3. E não é por menos: ele é o único que realmente inova. Além de utilizar um controle diferente das já conhecidas guitarras e baterias, ele traz uma lista de faixas muito mais eclética e variada do que a maior parte dos jogos musicais atuais, que se focam no rock.O controle traz três botões na área que representa um disco de vinil, que pode ser girado sem limite de graus de rotação. A outra parte do controle traz o 'cross-fader', que lhe permite mixar as duas músicas. Também há um seletor de efeitos, que pode ser usado livremente e o botão que ativa o modo Euphoria, equivalente ao Star Power, da série "Guitar Hero".Além de apertar os botões coloridos na hora certa e fazer o movimento de 'scratch' (o ato de girar o disco de vinil) quando preciso, os modos mais avançados exigem que você controle a mixagem das duas faixas que rolam ao mesmo tempo. O botão da direita representa uma música enquanto o da esquerda representa outra. Já o botão do meio é usado para ativar samples.Além de inúmeras composições inéditas em qualquer jogo de música, "DJ Hero" conta com vários mixes originais feitos por DJs da equipe, por exemplo um de Foo Fighters com Sabotage que nos foi mostrado.Há também o modo Guitar DJ, no qual um jogador toca os trechos de guitarra de uma das músicas enquanto o DJ à mixa com outra. E o uso do microfone é totalmente opcional, mas quem quiser usá-lo pode ser o MC da festa e ficar falando o que quiser.O destaque fica mesmo pra mecânica, que por conta do instrumento-controle, é muito diferente dos outros títulos musicais
Renovada, E3 - Impressão positiva
Assim, o evento deste ano também foi elogiado pelas produtoras. John Riccitiello, executivo-chefe da Electronic Arts, um dos mais ferozes críticos da "pequena" E3 dos anos anteriores, disse que a ESA organizou um "grande show para a indústria de games". "A E3 de 2009 refletiu a vitalidade, inovação e a presença global de uma indústria que cresce rapidamente. Estou ansioso pelo evento do ano seguinte". Por sinal, a E3 de 2010 já tem data marcada: está previsto para acontecer entre 15 e 17 de junho do ano que vem.Já Ben Feder, presidente da Take-Two Interactive, acha que o evento deste ano reflete melhor o que o negócio de videogame representa. "Não é apenas uma exibição. Acho que projeta as características certas da indústria: crescimento e entusiasmo". Além disso, o volume de negócios foi o maior em cinco anos de evento. "Os lojistas estavam aqui - eram mais de cem, pelo que me falaram da última vez. E quando se fala em negócios com as publishers, a relação com os lojistas é uma coisa séria".Por fim, Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo para os Estados Unidos, também aprovou a E3 deste ano. "Nos últimos dois anos, a feira foi muito pequena para o tamanho desta indústria. Desta vez, o evento parece na medida certa para mim: o pavilhão de exposições tem muita emoção e há muitas pessoas jogando
Renovada, E3 recebe elogios e 41 mil visitantes
A Entertainment Software Association (ESA), órgão que defende os interesses da indústria de games nos Estados Unidos e organiza a E3, afirmou que o evento deste ano teve mais de 41 mil visitantes. A feira é apenas para membros da indústria (produtoras, distribuidoras e lojistas) e imprensa.Os números ombreiam com a "fase de ouro" da E3. Em 2006, o evento contou com 60 mil visitantes, mas, nos anos seguintes, entrou numa fase "intimista", cujo objetivo era uma relação mais estreita entre exibidores e imprensa e executivos. O público foi reduzido a cinco mil, e os estandes ficaram muito mais pobres em produção (e sem as famosas "booth babes", modelos contratadas para enfeitar o centro de exposição). Esse formato, que durou dois anos, foi motivo de reclamação dos participantes.Agora, em 2009, a ESA parece ter encontrando um ponto de equilíbrio entre a "E3 dos bons tempos" e a "E3 intimista", trazendo de volta os aspectos de show (e com ele a animação), com estandes bem produzidos e a presença de "booth babes", mas sem tumultuar demais o objetivo primordial do evento: a realização de negócios e a cobertura da imprensa. Ou seja, teve circulação facilitada e menos filas nas cabines de testes aos jogos e aos produtos
PlayStation 3 God of War III
Uma das novidades é o uso da tecnologia HDRL (High Dynamic Range Lighting) que trata a câmera do jogo como se fosse o olho humano - se Kratos sair bruscamente de uma área escura para uma clara, por exemplo, efeitos de ajuste de visão são exibidos em tempo real.Assim, o potencial do Playstation 3 torna as batalhas ainda mais cinematográficas. Kratos explora cenários até quatro vezes maiores dos que os vistos na aventura anterior, com alta resolução plena (o chamado 'Full-HD') e texturas de extrema definição.O anti-herói atravessa exércitos inteiros, escapa da destruição total de cidades e ainda é capaz de escalar os corpos dos temíveis titãs, alguns com altura correspondente ao do prédio Empire State Building, de Nova Iorque.
PlayStation 3 God of War III
Depois das milhões de cópias vendidas de "God of War" e "God of War II", para Playstation 2, a Sony evoca o brutal anti-herói Kratos para sua derradeira aventura, que vem para reforçar o acervo de títulos exclusivos do potente Playstation 3. Batizado simplesmente de "God of War III", o novo game da série traz um desfecho para a saga do guerreiro pálido em grande estilo, com combates cada vez mais colossais.A história segue do ponto em que "God of War II" terminou, com os preparativos para a guerra final. Kratos investe em sua vingança contra os deuses viajando no tempo para contar com a ajuda dos poderosos titãs liderados por Gaia. Enquanto isso, Zeus reúne os deuses sobreviventes, Hades, Helios, Hermes e Poseidon para defender o Olimpo do iminente ataque. É a batalha para encerrar todas as batalhas.Para o desafio final, o guerreiro espartano conta com um arsenal invejável, que vai desde as clássicas lâminas conhecidas como Blades of Athena ao novo par de Cestus, uma espécie de manopla em forma de cabeça de leão capaz de destruir rochas e paredes. Entre novos combos e poderes, Kratos também pode domar criaturas mitológicas para atravessar obstáculos ou resolver enigmas.Embora a mecânica e a direção de arte se mantenham fiéis aos jogos anteriores, misturando combates sangrentos a momentos de solução de quebra-cabeças, a equipe da Sony Santa Monica Studios desenvolveu um novo e poderoso motor gráfico para tirar melhor proveito do potencial do Playstation 3.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Pelé aparece em apresentação pré-E3 da Ubisoft
Uma inusitada e ilustre presença marcou a apresentação pré-E3 da Ubisoft nesta segunda-feira (1): Pelé, o maior atleta do século XX e principal jogador da história do futebol brasileiro, subiu ao palco da conferência para promover "Academy of Champions", game produzido pela Ubisoft do qual ele é garoto-propaganda.Arriscando algumas poucas frases em inglês, mas falando a maior parte do tempo em português, Pelé contou com a ajuda de uma tradutora para falar sobre o título.Contudo, mais do que comentar a participação na produção o ex-atleta do Santos e da Seleção Brasileira preferiu falar sobre valores que considera importante difundir por meio do esporte, como trabalho em equipe e respeito.Pequenas gafes também marcaram a breve passagem de Pelé no palco. O trailer promocional de "Academy of Champions" não funcionou quando deveria, deixando o apresentador Joel McHale e Pelé olhando um telão sem imagem. Logo em seguida, o atleta se confundiu e chamou o game de desenho animado.Pouco depois o trailer funcionou e Pelé se despediu em seguida ao som de muitas palmas de prestígio dos jornalistas presentes.
Wii e PC têm novo "Monkey Island"; clássico sai para 360
A LucasArts anunciou a produção de uma nova série episódica estrelada por um certo aspirante a pirata. Isso mesmo: em parceria com a produtora Telltale Games, "The Tales of Monkey Island" está em desenvolvimento para PC e WiiWare (ou seja, será distribuído por download).A temporada prevê cinco episódios, um por mês, e o primeiro virá "em algumas poucas semanas". A trama envolve o atrapalhado herói Guybrush Threepwood que, em meio aos conflitos com seu rival LeChuck, liberta um vírus vodu que ameaça transformar todos os piratas do Caribe em monstros.Além disto, uma versão reimaginada do clássico "The Secret of Monkey Island" (saído originalmente em 1990) será lançada para PC e Live Arcade, com gráficos refeitos em alta definição, trilha sonora renovada, dublagem completa para os diálogos do game. O game tem lançamento previsto para o terceiro trimestre
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