sábado, 23 de maio de 2009

Tenchu: Shadow Assassins


pecado do jogo, porém, nota-se na infantilidade ocasional da jogabilidade: na versão japonesa, ser visto (durante o jogo inteiro você deve passar despercebido) significava Game Over imediato, forçando-o a recomeçar a aventura do último ponto salvo. Na versão americana, as coisas são mais "perdoáveis": Rikimaru (ou Ayame, os dois protagonistas) utilizam o Utsusemi (aquele golpe da bomba de fumaça para desaparecer), retornando para o início da fase. Ao menos dessa vez, a Acquire fez uma coisa certa: reduziu o espaço de itens. Se nos Tenchus anteriores você carregava uma enorme quantidade de armas, aqui você deve moderar utilizações: está carregando graveto de bambú, shurikens e vara de pesca, mas precisa pegar a espada que está no chão? Abandone um de seus itens.
Outra mancada é a cruel metodologia que deve ser empregada para passar de fase: a cruel movimentação da câmera, a inteligência artificial mal-regulada e o desenho mal-feito dos ambientes fazem com que você determine a rota mais segura por intermédio do "vai-tentando-até-acertar" - não há um recurso, um movimento, apenas a necessidade de cruzar obstáculos por vezes complicados demais, e não raro você fica aberto à detecção pelos olhos adversários.

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