quinta-feira, 30 de abril de 2009

XBOX 360 - Dead Rising 2"


Mais zumbis, novas armas e uma intensa sensação de estar cercado por centenas de mortos-vivos". Foi assim que Keiji Inafune - produtor de “Dead Rising 2” - resumiu o que está por vir na continuação do bem recebido título de estreia da série. Lançado originalmente em 2006, com exclusividade para o Xbox 360, o jogo “Dead Rising”, foi um tremendo sucesso, comercializando mais de 1 milhão e meio de cópias ao redor do globo.
Desenvolvido pela Capcom, o título original inovou o gênero e introduziu um novo cenário ao já bem explorado tema dos ataques de zumbis (a própria Capcom que o diga, com a sua linha “Resident Evil”). Mesclando o que há de melhor nos thrillers com as novidades que um console de nova geração pode oferecer, “Dead Rising” colocava o jogador no meio de uma multidão de zumbis, sendo que o seu principal objetivo era o de sobreviver.
Agora, sob os cuidados da desenvolvedora canadense Blue Castle Games (sendo que a Capcom ficou encarregada somente da distribuição), “Dead Rising 2” deve trazer ainda mais ação e, é claro, zumbis para os videogames.

Grey's Anatomy: The Videogame -CONSIDERAÇÕES


Apesar da boa apresentação e um roteiro seguro, que conseguem emular com louvor a estética e o ritmo da série, "Grey's Anatomy: The Videogame" não é dos jogos mais empolgantes. A mecânica se baseia em uma série de minigames - muitos fora de contexto - que não oferecem grande desafio ou emoção, diluindo boa parte do drama e, consequentemente, do envolvimento com a história. Fãs do seriado devem ver algum charme, mas aqueles que não são familiarizados com o tema não devem encontrar grandes atrativos.

Grey's Anatomy: The Videogame - Coleção de minigames


A primeira impressão que temos do jogo é que se trata de uma cópia de "Trauma Center", ou seja, uma espécie de simulador de procedimentos cirúrgicos fortemente estilizado. No entanto, embora tais sequências com cirurgias apareçam, o forte mesmo do título é sua habilidade em emular a narrativa do seriado. Cada cena se volta para um personagem e é preciso tomar certas decisões que alteram diálogos e pequenas ações, criando uma gostosa sensação de interatividade no roteiro do programa.Pena que tais opções apareçam de uma maneira muito estranha, deslocada na trama. Por exemplo, em determinado momento, para mostrar que uma personagem está em dúvida e precisa se decidir, surge na tela um minigame infeliz que pede que você arraste para fora da tela as "nuvens de indecisão" da mente da heroína. E assim continua a sucessão de tarefas abstratas como montar uma figura do protagonista em questão para reforçar sua posição ou clicar em ícones de coragem ou emoção que ficam quicando pelo monitor.Além de fora de contexto, tais atividades não oferecem nenhum tipo de desafio e acabam trabalhando contra o resto. Seria muito mais interessante se árvores de diálogos - como em "Mass Effect" - fossem utilizadas para dar versatilidade ao roteiro e uma maior sensação de imersão. E quando chegam os trechos de cirurgias - que também são bastante simples e fáceis - já não há muito interesse em levar aquilo a sério.Para os padrões de jogos licenciados, "Grey's Anatomy: The Videogame" não faz feio. Apesar de não contar com faixas da trilha oficial ou dublagem do elenco original, a apresentação é bastante competente, recriando com precisão a estética do show. Os visuais do Seattle Grace Hospital e dos protagonistas são bastante fiéis, utilizando a técnica de cel shading, que dá uma aparência de desenho animado aos gráficos poligonais.

Wii Grey's Anatomy: The Videogame


Depois da decepcionante adaptação "Lost: Via Domus" , lançada no início de 2008, a Ubisoft anunciou o abandono de um game baseado no seriado "Heroes" e a diminuição de investimentos em outros títulos baseados em programas de televisão, como "CSI" e "Who Wants to Be a Millionaire?". Sobrevivente, o game baseado na série dramática "Grey's Anatomy " foi criado para cativar o público casual, especialmente o feminino.Obviamente o game segue com o clima da série da rede americana ABC sobre o cotidiano, dramas e relacionamentos de um grupo de médicos e residentes do Seattle Grace Hospital. A história aqui se posiciona entre a quarta e quinta temporada do show, dividida em capítulos e cenas que tentam dar atenção ao núcleo principal de personagens como Meredith, Cristina, Derek e Alex como se tratasse de um episódio perdido

Wii - Red Steel 2" usa MotionPlus; game não terá multiplayer


O site Computer & Videogames publicou novas informações sobre "Red Steel 2", continuação do game de ação e tiro que foi um dos títulos de estreia para o Wii. O game está previsto para sair no final do ano.Citando a revista Nintendo Power, oficial da Nintendo para os Estados Unidos, o game terá um controle de espada "tão real como você sempre sonhou".Isso se deve ao fato de "Red Steel 2" ter suporte ao Wii MotionPlus, periférico acoplado ao Wii Remote que promete precisão e tempo de resposta "100%" no reconhecimento de gestos feitos com o controle. O acessório está previsto para sair em 8 de junho nos Estados Unidos, por US$ 20.Os jogadores apenas não devem esperar por sangue, já que a violência será reduzida, tendo em vista que o título pretende obter a classificação Teen nos Estados Unidos (não recomendado a menores de 13 anos), de acordo com o site. O título terá foco na campanha para um jogador e, por isso, não prevê modo multiplayer.O estilo de jogo de "Red Steel 2" deve ser o mesmo do primeiro game, misturando tiro em primeira pessoa com ação de espada. O estilo do protagonista também mudou, ganhando uma aparência de caubói, apesar da katana nas mãos.

terça-feira, 28 de abril de 2009

ExciteBots: Trick Racing - CONSIDERAÇÕES


Mais uma modificação pesada de um jogo antigo do que efetivamente um novo título, "ExciteBots: Trick Racing" dá nova forma à mecânica de jogo de "Excite Truck" e se dá bem. A inclusão de veículos criativos e minigames malucos durante as corridas combinam bastante com a premissa mais casual do Wii e a grande quantidade de cacarecos extras e partidas online garantem boa longevidade, mesmo se tiver de jogar sozinho. Não revoluciona a biblioteca de jogos do Wii, mas é uma adição muito divertida.

ExciteBots: Trick Racing -Corridas com minigames


Em essência, "ExciteBots" é uma modificação de "Excite Truck". A mecânica de jogo, o principal, é a mesma: balance o controle para os lados como se fosse um volante para mover a máquina. Agora há também suporte ao Wii Wheel, mas fato é que a diferença é quase nula, se apoiando mais em gosto estético do que efetivamente vantagens de um ou outro esquema.Velocidade frenética, visual colorido, pistas diversas pelo mundo, terrenos dinâmicos que mudam durante a corrida. Heranças de "Excite Truck" que são recicladas sem o menor pudor aqui. Até mesmo a organização e estilo visual dos menus é a mesma.O grande diferencial fica por conta da temática. Em vez de caminhões perambulando por pistas sem grandes surpresas, entram em cenas robôs temáticos de bichos com capacidade de se transformar durante a corrida. Seja um carro, um planador ou uma máquina bípede que corre pelos campos, a variedade acaba trazendo diversão. Melhor ainda, microgames malucos infestam as disputas, propiciando risadas e um frescor raro de criatividade em jogos de corrida. Não é uma revolução, não é um novo paradigma que vem para ficar, mas para disputas casuais como esta cumprem a função de manter o interesse e a diversão.Tal disposição criativa transparece nos próprios modos de jogo. Um deles é o Poker Race, que mistura disputas de velocidade com o tradicional jogo de cartas, exigindo assim atenção na pista e também nas cartas de que dispõe para fazer a melhor jogada. Esquisito, mas curioso e empolgante.Ao passo em que "Excite Truck" era uma experiência pouco profunda, com pouco a habilitar a não ser alguns carros, cores e pistas, "ExciteBots" resolve isso com dezenas de quinquilharias. Além dos próprios veículos (que aqui são muito mais interessantes pelo fato de serem animais), há também ícones para representar o seu perfil online, estatuetas dos veículos (característica à la "Super Smash Bros. Brawl") e até mesmo dioramas, cenas para colecionar. Além de dinheiro, cada um destes itens exigem também que certos requisitos sejam cumpridos antes de serem disponibilizados.Por fim, a bem vinda experiência online propicia partidas fugazes e sem atrasos, mas o sistema fica muito longe da estrutura montada para Mario Kart. As opções de partida são limitadas, assim como o número de participantes (apenas seis ao mesmo tempo contra doze de "Mario Kart"). Uma pena, mas ao menos cumpre bem a função de permitir esse tipo de disputa - além de ser uma forma rápida de acumular pontos para comprar itens extras.Visual e trilha sonora praticamente negam evolução tecnológica. Não são ruins, mas em praticamente nada diferem de "Excite Truck". Contudo, as músicas super animadas combinam muito mais com a premissa absurdamente fantasiosa de "ExciteBots", então cumprem bem a tarefa de manter o pique empolgante do game.

Wii ExciteBots: Trick Racing




Um dos títulos de estreia do Wii foi "Excite Truck", jogo de corrida que tinha a dura missão de provar que o então novo e inovador controle sensível a movimento do videogame era sim uma opção viável e divertida para games do estilo.O resultado não decepcionou, mas também passou longe da revolução que prometia. O que ficou para a história é uma produção divertida, mas extremamente simplória, rasa e sem lá muita criatividade. Pouco mais de dois anos depois e agora sem a pressão de ser jogo de lançamento de um console, a fórmula retorna aprimorada e mostra que merece espaço no tão variado gênero de disputas automobilísticas - ou quase isso.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Race Pro - CONSIDERAÇÕES


Um simulador exageradamente real e muito pouco divertido. O jogador acaba perdendo mais tempo na regulagem e teste das diferentes configurações dos veículos do que nas corridas e maquinações de estratégias durante seus percursos. Caso você não tenha aptidão tampouco gosto por mecânica, passe longe.

Race Pro - Um bom protótipo


"Race Pro" é o jogo de estréia da produtora sueca SimBin no console - já renomada nos PCs pelas séries "Race" e "GTR" - mas o resultado é um tanto duvidoso para uma empresa com tamanha experiência. Para pegar a essência do jogo, o início obrigatório é no modo Career, no qual você deve vencer provas de tempo ou comprar seu ingresso para entrar nas equipes de corrida.Logo você disputará campeonatos de três provas, todas bem curtas e separadas por categorias e veículos iguais. De acordo com sua colocação final, novas categorias e carros são liberados. As corridas ocorrem em pistas e circuitos de rua, com grande variedade de modalidades, indo de corridas de Minis a provas de Fórmula 1. Aos mais aficionados, que utilizam volante e até capacete em frente à televisão, o jogo proporciona uma quantidade absurda de ajustes: sensibilidade dos freios, do volante, cambagem - que é o nível de inclinação dos pneus em relação à pista - e outros aspectos. Além da flexibilidade técnica, há uma opção bem interessante para ser habilitada chamada Track Line: uma linha desenhada na pista para ajudar o piloto no controle da velocidade próximo às curvas.Curiosamente, com tal recurso, surge um dos primeiros problemas do jogo. Há três dificuldades disponíveis para serem configuradas antes de cada prova e na mais difícil (Professional), todos os ajustes aparecem pré-definidos - desligados, na verdade. Sem a tal de Track Line, o jogo parece simplesmente não funcionar, já que a maioria dos carros fica colado na pista e não derrapa um milímetro mesmo com uma freada brusca à 140 quilômetros por hora. Como dito no início, o jogo não é feito para os que correm agressivamente, mas a realidade parece ter passado longe neste quesito, assim como dos adversários, que nunca - nunca mesmo - derrapam, erram ou mesmo perdem o controle quando você bate diretamente contra eles.A questão das batidas é outra decepção. Depois de jogos como "Grid", que mostra cada parte do carro voando após um choque mais forte, em "Race Pro" o máximo que acontece é uma maquiada na lataria do carro. E é assim mesmo que você bata a mais de 100 por hora de frente contra um muro, o que nem ao menos afeta o desempenho de seu carro. Somado a isso, fica ainda o visual ultrapassado do jogo, com sombras estranhas, texturas lavadas e ambientes simples demais, com uma ressalva para os interiores dos carros, que são bem detalhados, mas limitam a movimentação do pescoço do motorista apenas para os lados."Race Pro" também não tem trilha sonora alguma fora dos menus, e o ronco dos motores parece mal gravado, com o som estourando em algumas ocasiões.O game também conta com modos de corrida simples, campeonato (no qual você pode usar os carros conquistados) e por tempo. Há suporte para multiplayer, o que talvez ofereça alguma distração àqueles que já cansaram de "Forza 2".

Xbox 360 Race Pro


Os donos de Xbox 360 e fãs de jogos de corrida podem ser divididos em duas categorias: aqueles que gostam de "Forza", e os que gostam de "PGR", "Grid" e "Dirt". "Forza 2" primava por detalhes que só os mais fanáticos por carros realmente apreciam, permitindo a regulagem de vários aspectos dos carros. Já àqueles que gostam de correr agressivamente e não poupam freios nas curvas - ou carroceria na pista - "Race Pro" é um jogo do qual devem passar longe.

Veja as 14 músicas de "Guitar Hero" em "Smash Hits"


Como prometido, a Activision revelou parte das canções de "Guitar Hero: Smash Hits", título que reúne músicas de quatro jogos da série - do original ao "III: Legends of Rock", passado por "Rocks the 80s" -, mas compatível com todos os instrumentos de "World Tour", ou seja, guitarras, bateria e microfone. O título está previsto para sair em 16 de julho.A companhia fez uma enquete e o público votou pela revelação das canções do "Guitar Hero" original em "Smash Hits". São 14 canções dessa edição, incluindo "Cowboys From Hell" (Pantera), "More Than A Feeling" (Boston) e "Smoke On The Water" (Deep Purple). Desta vez, todas as gravações são todas originais. O game prevê 48 canções no total.Veja todas as músicas já reveladas para "Guitar Hero: Smash Hits":Guitar Hero. Pantera - "Cowboys From Hell (Ao Vivo)". Franz Ferdinand - "Take Me Out". Queens Of The Stone Age - "No One Knows". Joan Jett & The Blackhearts - "I Love Rock N' Roll". Boston - "More Than A Feeling". White Zombie - "Thunder Kiss '65". Blue Öyster Cult - "Godzilla". Helmet - "Unsung (Live)". Queen - "Killer Queen". Incubus - "Stellar". Ozzy Osbourne - "Bark At The Moon". Deep Purple - "Smoke On The Water". The Donnas - "Take It Off". The Exies - "Hey You"Guitar Hero II. Alice in Chains - "Them Bones". Rage Against The Machine - "Killing in the Name". The Police - "Message In A Bottle". Kansas - "Carry On Wayward Son". Lynyrd Skynyrd - "Free Bird"Guitar Hero Encore: Rocks the 80s. Twisted Sister - "I Wanna Rock". Poison - "Nothin But A Good Time"Guitar Hero III: Legends of Rock. Heart - "Barracuda". DragonForce - "Through the Fire and Flames"

Wanted: Weapons of Fate - CONSIDERAÇÕES


Wanted: Weapons of Fate", como um derivado de filme, é um jogo bastante satisfatório e parece ter se beneficiado da distância de quase um ano entre a estréia do longa nos cinemas e sua chegada às prateleiras - é muito melhor acabado do outros produtos similares, mesmo sem contar com multiplayer ou extras interessantes. A boa produção, contudo, não traz nenhum momento inspirado e cai nos clichês, sem adicionar novo sangue ao gênero, se tornando mais atraente para fãs dos quadrinhos ou da adaptação cinematográfica

Wanted: Weapons of Fate - Curvando a bala


Apesar da narrativa repleta de mistérios e dos bons diálogos, a mecânica não é das mais sofisticadas. "Wanted: Weapons of Fate" é um jogo de tiro em terceira pessoa bastante comum, que pega emprestado elementos de títulos como "Gears of War" ou "Dark Sector". A diferença é que aqui o ritmo é mais puxado, forçando o jogador a correr muito e buscar por cobertura a todo instante - com um sistema que permite que você aponte o local para onde deseja ir em seguida, ligando um ponto de proteção a outro.Os tiroteios ficam mais variados quando o game passa a permitir certas facilidades. Há algumas seqüências em câmera lenta, que funcionam como um jogo de pistola em que se controla apenas a mira com tempo limitado. Não poderia faltar também a possibilidade de curvar os tiros; basta travar a mira em algum inimigo protegido e traçar a curvatura da bala com o analógico, soltando a trava para disparar.São efeitos que tornam a ação visualmente mais interessante, quebrando a rotina de correr, se proteger e atirar. Ainda assim são recursos utilizados com pouca imaginação, que apenas dão novo sabor a situações comuns. E não são suficientes para manter a curiosidade ou empolgação depois que você já matou centenas de inimigos pelas fases - incluindo os chefões. É um esquema que se reveza até seu desfecho, que pode ser alcançado em poucas horas e sem muito suor.A apresentação é outro aspecto bastante familiar. Embora o game pegue emprestado elementos visuais e efeitos sonoros do filme, os gráficos são bastante comuns e poderiam ser confundidos com componentes de vários outros jogos medianos do mercado. Os modelos ao menos parecem ter vida e compartilham certa semelhança com os atores originais, mas em contrapartida, os cenários exploram locações banais e escondem de maneira óbvia os inimigos. Ao menos, tal falta de grandes efeitos ou idéias inovadoras permitem que o jogo rode de maneira bastante satisfatória, sem grande problemas de performance.

Wanted: Weapons of Fate


Wanted: Weapons of Fate" é um jogo que vem um pouco tarde, baseado no filme "O Procurado", que estreou nos cinemas brasileiros em agosto do ano passado e já está até disponível em DVD. No longa, vimos James McAvoy na pele de Wesley Gibson, um sujeito comum que descobre ser um assassino nato ao ser recrutado por uma fraternidade de assassinos - composta por Morgan Freeman, Angelina Jolie e outros nomes menos estelares.O game começa no final daquela história. Gibson é atacado por um grupo de assassinos franceses e parte para a Europa para descobrir os motivos. Aparentemente se trata de algo relativo a seus pais - também matadores profissionais - e uma nova disputa de poder na divisão francesa da tal fraternidade. A ação então se divide em fases com o protagonista e seu pai, no passado, até que as duas linhas narrativas se encontram para revelar toda a trama.O interessante é que a sueca GRIN conseguiu não só misturar elementos originais do filme, mas também adicionou várias referências que ligam o jogo ao quadrinho que deu origem a tudo. Um bom exemplo é o novo uniforme de Gibson, mas a maior contribuição aparece mesmo nos diálogos e narração, que capturam a acidez das falas originais escritas por Mark Millar na minissérie - que também foi lançada no Brasil.

Stormrise - CONSIDERAÇÕES


Stormrise" é uma grande mancha no currículo da Creative Assembly, que fez fama com a competente franquia "Total War". O jogo parece inacabado, repleto de problemas de design que conseguem até mesmo tirar o mérito de idéias interessantes como o Whip Selection - que teria potencial caso fosse mais refinado. Desde unidades que se perdem pelo mapa a efeitos sonoros que somem sem deixar vestígio, a quantidade de falhas é grande demais até mesmo para o mais ardoroso admirador do gênero.

Stormrise - Depois do apocalipse


"Stormrise" se passa em um planeta Terra devastado por uma série de catástrofes naturais, causadas pelo desequilíbrio ecológico. Ao passar dos anos, as várias tempestades e variações climáticas criaram uma raça de mutantes com poderes especiais, organizada em uma comunidade tribal batizada de Sai. Tais figuras logo entram em choque com a facção Echelon, formada por humanos normais que hibernaram durante o cataclismo e que agora desejam retomar a vida na superfície.Com uma abertura cinematográfica bastante empolgante, temos a sensação que o jogo será um sério concorrente de "Halo Wars", mas tal impressão não dura muito tempo. Logo já é possível perceber que o roteiro não é dos mais bem amarrados, mostrando um forçado relacionamento entre personagens e um ataque Sai que cai de paraquedas para justificar o obrigatório tutorial.

Se os problemas ficassem restritos ao desenvolvimento da trama, tudo bem, mas as inconsistências continuam na apresentação e mecânica. A começar pelo que deveria ser o grande trunfo do game, o sistema de Whip Selection; apesar de ágil - basta mover um direcional analógico na direção da unidade que deseja selecionar para usar - não é prático o suficiente para gerenciar várias unidades ao mesmo tempo, transformando combates mais acirrados em exercícios de caos e baderna.Como o foco aqui é na ação era de se esperar uma maneira mais intuitiva de controlar seus soldados, uma vez que a câmera se comporta de acordo com seu campo de visão - a exemplo de "Tom Clancy's EndWar" - e não no esquema tradicional do gênero, com visão aérea. Desta forma, é preciso girar o direcional como louco durante alguns tiroteios, na base da tentativa e erro, até selecionar a unidade que realmente deseja controlar. Esforços para gerenciar bases são mínimos, com a preocupação maior em manter a proteção de pontos estratégicos sem que seus soldados debandem por algum canto do cenário.Isto mesmo. As unidades de "Stormrise" estão entre os piores exemplos de inteligência artificial desta geração. Estúpidos, seus soldados conseguem tomar caminhos sem saída, andam em círculos quando perdem o traçado que deveriam seguir e ainda teimam em ignorar determinadas ordens. Para complicar, o jogo ainda apresenta alguns defeitos estranhos, como efeitos sonoros de tiros que desaparecem subitamente, tornando os tiroteios ainda mais bizarros e sem vida - potencializando os visuais fracos e sem grande personalidade.

PlayStation 3 Stormrise


Depois de fazer fama com a série "Total War", o estúdio Creative Assembly resolveu apostar em uma nova franquia de estratégia em tempo real desenvolvida com os controles dos consoles em mente. O fruto de tal experiência é "Stormrise", game futurista com ar de superprodução que não consegue manter o interesse, apresentando falhas graves de execução que arruínam as boas idéias dos desenvolvedores.

sábado, 18 de abril de 2009

WII -The Conduit" para 23 de junho


A High Voltage Software e a Sega, respectivamente produtora e distribuidora de "The Conduit", confirmaram que o game de tiro para Wii está previsto para sair em 23 de junho. A Nintendo também lista em seu site a data.A notícia aparece depois que o mais recente trailer mostrou que o título sairia durante verão americano, indicando que o título poderia ser adiado até setembro. Mas, no fim das contas, o atraso foi de duas semanas (estava previsto para 9 de junho). "The Conduit" é um game de tiro que prevê "gráfico de ponta", de acordo com a produtora High Voltage Software. Para isso desenvolveu um motor próprio, chamado Quantum 3. O jogo também pretende ter uma modalidade multiplayer online para 16 jogadores e chat de voz através do Wii Speak.Neste game, o jogador controla o agente secreto Ford, em meio a uma invasão alienígena nos Estados Unidos. Além de armas de fogo, Ford também conta com o All Seeing Eye, um visor que permite ver coisas escondidas no cenário, o que também ajudará na solução de enigmas. Uma boa novidade para os fãs de jogos de tiro no Wii é a possibilidade de personalizar o tamanho da "bounding box" (área invisível da tela que faz seu personagem virar quando o cursor alcança essa margem), permitindo que se tenha um controle adequado para cada tipo de jogador

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Wii Sports Resort


A Nintendo disse em uma coletiva com a imprensa no Japão que "Wii Sports Resort" será lançado em junho no Japão e em julho nos outros mercados. A informação dá credibilidade a informações que vieram de uma loja holandesa, que afirmou que o game seria lançado em 10 de julho.Isso significa que o Wii MotionPlus, periférico que tem como objetivo dar mais precisão e rapidez de resposta à detecção de gestos do Wii Remote, também será lançado nesse dia - "Wii Sports Resort" encarta o acessório."Wii Sports Resort" reúne vários esportes de praia incluindo frisbee, jet-ski e uma luta de espadas de borracha. Neste minigame, por exemplo, a promessa é que as animações reproduzam o movimento feito com o Wii Motion Plus.

Assassin's Creed II -Leonardo Da Vinci marca presença no jogo




Há 18 tipos diferentes de missões - entre os já conhecidos assassinatos, roubo de documentos e tocaias. Muitas envolvem as invenções de Da Vinci, como ilustrado em uma das imagens na qual Ézio sobrevoa Veneza utilizando as asas desenhadas pelo artista renascentista. A alternância entre dia e noite também adiciona novas possibilidades estratégicas às missões.Itens escondidos, como as bandeiras do jogo original, retornam nesta continuação, mas agora compensam os jogadores mais dedicados a encontrá-los com benefícios dentro do próprio jogo, apesar da Ubisoft esconder tais benefícios a sete chaves.

Xbox 360 Assassin's Creed II


Em 2007, "Assassin's Creed" dividiu opiniões, colocando o jogador na pele de Altair, membro de um clã de assassinos. Seu objetivo era o de eliminar nove líderes templários durante o período das cruzadas, no século XII, em diversas cidades importantes do Oriente Médio. Com forte base histórica e um visual deslumbrante, a falta de variedade de missões - assassinar, roubar e espionar - acabou ofuscando algumas qualidades do jogo que ainda assim, foi um sucesso de vendas.Agora ambientado na cidade de Veneza, na Itália, dois séculos após o capítulo original, "Assassin's Creed II" centra-se na história de Ezio Auditore de Firenze, um jovem da nobreza italiana e o grande assassino da continuação. A nova aventura traz mais variedade - o ponto mais criticado no capítulo original - e utiliza vários pontos famosos da cidade das gôndolas como referência, entre eles o atelier de Da Vinci, a Basílica de Saint Mark e a Rialto Bridge. Acompanhando a evolução, Ézio conta com habilidades e armas superiores às de Altair, como surpreender inimigos sem despertar suspeitas enquanto estiver camuflado na multidão - como acontecia entre os monges no original. Ézio porta duas lâminas ocultas - a principal arma usada por Altair - além de poder usar machados, maças, lanças e dois tipos diferentes de espadas. Movimentos como escalar torres para ter a "visão da águia" - que funciona como um GPS para os pontos de interesse no mapa - e esconder-se no feno foram mantidos, acrescidos da possibilidade de nadar através dos canais venezianos.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Trivial Pursuit - CONSIDERAÇÕES


"Trivial Pursuit" é um viciante jogo de tabuleiro que chega aos consoles em grande forma. Com questões de dificuldade equilibrada, apresentação agradável e alguns modos extras, é possível se divertir por muitas e muitas horas. É ideal para reunir amigos em volta da televisão e passar uma tarde agradável, isto se o inglês não for uma barreira para a turma.

Trivial Pursuit - Repertório variado


O esquema de "Trivia Pursuit" é bem simples, apresentando um tabuleiro dividido em áreas de conhecimento - história, geografia, artes e literatura, esportes e entretenimento, ciência e natureza. Jogadores rolam os dados para passar por tais casas e devem responder perguntas pertinentes às respectivas áreas até chegarem a questões finais de cada assunto. Ganha aquele que acertar primeiro todas as respostas desses últimos desafios, além de uma extra decisiva.É uma mecânica simples e bastante cativante que se beneficia com algumas idéias acertadas dos produtores. A começar pelas próprias perguntas, criadas com um nível de dificuldade bastante balanceado e oferecendo respostas com múltipla escolha - permitindo chutes naquelas questões mais impossíveis. Há a possibilidade, inclusive, de restringir os assuntos a curiosidades sobre cinema (provavelmente novos pacotes temáticos serão vendidos online), o que deve fazer a alegria dos cinéfilos mais aplicados. Um componente multimídia também enriquece a experiência, apresentando alguns desafios que pedem que o jogador aponte um local no mapa ou identifique figuras, fugindo um pouco do lugar comum.Além da modalidade clássica do jogo, o pacote traz um modo chamado Facts and Friends, no qual jogadores disputam a posse de cada categoria e devem apostar uns contra os outros para tomar todas. As duas opções são voltadas para o multiplayer local - que funciona até mesmo com apenas um controle que passa de mão em mão - e o modo para um jogador aparece como o Clear the Board, que coloca um solitário usuário na missão de limpar o tabuleiro o mais rápido possível.

PlayStation 3 Trivial Pursuit


Com o casual tão em moda nos videogames, é de se espantar que títulos como "Trivial Pursuit" não apareçam com mais freqüência no mercado. Se trata de um dos mais populares jogos de tabuleiro de perguntas e respostas do mundo (editado no Brasil pela Grow) que chega em sua segunda versão para consoles, depois de uma apagada estréia pela Atari há cinco anos. Agora com boa produção da Electronic Arts, fãs do original e marinheiros de primeira viagem podem gastar horas e mais horas testando seus conhecimentos contra um grupo de amigos - caso o inglês não seja uma barreira, claro.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

`Rock Revolution´ será o novo show da Konami


Um kit de bateria revolucionário
Aparentemente, a fórmula é similar a dos predecessores do gênero. "Rock Revolution", segundo a própria distribuidora do game, promete reunir diversos estilos musicais e apresentar diferenciais em vários aspectos quando comparado aos similares. No jogo serão incluídos dois periféricos, um em formato de guitarra e outro simulando uma bateria, como em "Rock Band". Destaque para esse segundo apetrecho, que foi desenhado por músicos profissionais e se apresenta de modo mais realista.

`Rock Revolution´ será o novo show da Konami




A música sempre foi fundamental para temperar a experiência proposta pelos games, seja em momentos dramáticos, com tonalidade melancólica e notas longas, ou para a mais intensa ação, em tempo rápido e aflito. As trilhas sonoras são características de vários jogos, e muitas faixas que compõem o tema dos games habitam a memória dos jogadores por um longo período.
Contudo, os jogos, que abrangem quase todos os estilos e temas, possuíam tradição em títulos de ação, estratégia, esportes, tiros e aventura. Os games com jogabilidade focada diretamente à música eram escassos, e em suma se resumiam a puzzles onde o jogador tinha de “dançar” e acionar determinados comandos no ritmo da música para conquistar os objetivos. O responsável pelo eminente sucesso foi o arcade, que com suas máquinas de dança e ritmo consolidou um gênero promissor.
Nos consoles a moda também pegou, e algumas versões que contavam com acessórios adaptados para dança, como tapetes sensíveis ao toque, transcreviam a fórmula dos fliperamas diretamente para o lar dos jogadores. Mas o estilo logo foi banalizado, e a experiência já não chamava mais atenção como em seus primeiros suspiros. A sustentação da fórmula foi trazida pela Harmonix, por meio de um game que originou vários outros títulos análogos: o "Guitar Hero".
O novo patamar contava (apenas) com um acessório que simula uma guitarra elétrica, com botões que devem ser acionados quando a “nota” atinge um determinado local, semelhante aos predecessores dançarinos. Porém, a nova franquia migrava para um estilo mais pesado, contando com devidas inovações necessárias.
Com base em "Guitar Hero", o gênero expandiu-se para novos horizontes e para várias plataformas, originando vários similares. Um deles é "Rock Band" e, além do joystick semelhante ao instrumento de cordas, o arsenal também conta com um adicional que simula uma bateria, tornando a experiência ainda mais intrigante.
Visando o gênero promissor, quase dez anos após o primeiro lançamento da franquia "Guitar Hero", a Konami anuncia seu próprio título de ritmo para os games: "Rock Revolution".

“Marvel: Ultimate Alliance 2 – Fusion”


Os super-heróis simplesmente dominaram o mundo do entretenimento nos últimos anos. Depois do sucesso estrondoso da adaptação dos X-Men para as telonas, em 2000, diversos outros heróis emergiram novamente, agradando os fãs de carteirinha e conquistando dezenas de novos.
No mundo dos games, os heróis nunca estiveram em crise. Desde os primórdios dos videogames, os jogadores são presenteados com excelentes games de vários universos diferentes. Batman, Homem-Aranha e os próprios X-Men já renderem ótimos games durante toda a história do entretenimento eletrônico.
Contudo, em 2006, um título em especial chamou a atenção dos aficionados por quadrinhos. Trata-se de "Marvel: Ultimate Alliance", game que debutou em praticamente todas as plataformas da geração e foi muito bem recebido pelos fãs. O jogo contava com uma vasta gama de personagens, reunindo alguns dos heróis mais importantes da Marvel em um RPG repleto de ação. Uma fórmula de sucesso.
A recepção calorosa abriu os olhos da Activision, empresa que distribui o título. Após anos em hiato, a franquia finalmente volta para o foco de atenção dos jogadores com o anúncio da sequência do aclamado game. Intitulada “Marvel: Ultimate Alliance 2 – Fusion”, o game promete trazer uma trama ainda mais interessante, afinal, é a lendária Guerra Civil (Civil War) dos heróis, e mais personagens e, obviamente, muito mais diversão.

TEKKEN 6


Tekken 6 Bloodline Rebellion", game de luta para Playstation 3 e Xbox 360

A nova versão do game de luta 3D terá 40 personagens, novos cenários, itens inéditos e um equilíbrio geral de níveis de poder entre os lutadores. O game chega às lojas em 27 de outubro.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Xbox 360 The Dishwasher: Dead Samurai



CONSIDERAÇÕES"

The Dishwasher: Dead Samurai" é um jogo ao menos curioso, por se tratar de um projeto premiado feito por um homem só. A ação é de velha escola, com muita pancadaria 2D que libera litros e mais litros de sangue, em um festival de botões pressionados sem muito cuidado. A produção é incapaz de bater de frente com produtos de empresas maiores para o Xbox Live Arcade, como "Bionic Commando", mas isto não chega a ser determinante: o que importa mesmo são a paciência e a habilidade do jogador em enfrentar hordas de monstros e robôs incessantemente.

Xbox 360 The Dishwasher: Dead Samurai


Segundo a lenda, o jovem James Silva era um lavador de pratos fã de Bruce Lee que resolveu glorificar sua profissão ao criar um jogo que misturou sua atividade com samurais, robôs e mortos-vivos. Se isso é totalmente verdade, não dá para dizer, mas o fato é que Silva desenvolveu a idéia de "The Dishwasher: Dead Samurai" e ganhou um concurso "Dream-Build-Play 2007" da Microsoft, levando um prêmio de 10 mil dólares e a possibilidade de lançar o jogo no Xbox Live Marketplace.Desafio à moda antiga"The Dishwasher: Dead Samurai" não é muito diferente de vários jogos criados em Flash para navegadores. Desenvolvido com as ferramentas do XNA Game Studio da Microsoft, o game tem uma esquema simples e mostra o samurai zumbi (e ex-lavador de pratos) como protagonista de uma aventura 2D contra exércitos de robôs e criaturas sobrenaturais. A ação lembra bastante a de "Alien Hominid" - que não por acaso, migrou da web para o Xbox - mudando apenas o foco dos tiroteios para a pancadaria. Ainda que armas de fogo apareçam pelo caminho, o herói utiliza basicamente espadas, cutelos e serras para despachar os inimigos que aparecem aos quilos, com requintes de crueldade. Sangue e membros também voam pelos muros, objetos e outros personagens e alguns esguichos até mesmo rompem a quarta parede, manchando a própria câmera.O visual estilizado, com cores vibrantes, e o clima de história em quadrinhos conseguem empolgar a ação simplória que evoca tempos remotos da trajetória dos videogames, tornando-se ideal para os saudosistas da velha escola. Não há muito o que fazer, ao longo dos 14 estágios, a não ser pular e pressionar dois botões de ataque incessantemente até destroçar tudo o que aparece. É divertido por um tempo até que a falta de maiores surpresas deixa a matança bastante banal para a geração atual.Para tentar dar um gás maior ao projeto, Silva adicionou alguns modos extras que funcionam no esquema arena, para ver quem mata mais. É adequado dentro da filosofia do game, mas não chega a impressionar. Também não empolga a idéia de usar um controle-guitarra (como de "Guitar Hero") para dar suporte ao herói ao longo da campanha principal, em um festival de tiros e raios que, embora curiosa, não passa de perfumaria

EA anuncia "Fight Night Round 4" para 30 de junho


A Electronic Arts divulgou que seu game de boxe "Fight Night Round 4" está agendado para sair em 30 de junho. O game tem versões para Xbox 360 e PlayStation 3.O game pretende melhorar a experiência do antecessor, que o produtor Brian Hayes considera repetitivo e engessado. "[Em 'Fight Night Round 3'] não era raro você se encontrar numa situação em que os dois jogadores ficavam de frente um ao outro trocando porrada", disse.No entanto, o sistema de física do novo game pretende deixar as lutas mais variadas. "O que estamos tentando fazer é entregar a mais realista simulação do boxe num videogame", completou."Fight Night Round 4" é uma produção da divisão EA Canada. Trazendo uma versão melhorada do motor gráfico do título anterior, o game prevê lendas do ringue de várias eras, como o "demolidor" Mike Tyson e Muhammad Ali, um dos maiores nomes do esporte.

Xbox 360 Ninja Blade


CONSIDERAÇÕES"

Ninja Blade" é diversão garantida e descompromissada. O universo do jogo é consistente e as dez horas que o título requisita para ser terminado arrancarão, ao menos, alguns risos pelos absurdos apresentados, ainda que muito legais e criativos

Xbox 360 Ninja Blade


A trama se passa em 2015, quando o parasita conhecido como Alpha Worm começa a se alastrar por Tóquio e uma força-tarefa ninja, treinada especificamente para combatê-lo, entra em ação - com referências no melhor estilo "Matrix". Se você gosta de jogos realistas, nem ouse colocar este jogo na bandeja de seu 360. Gravidade praticamente inexiste nesta versão de Tóquio. Ken percorrerá enormes extensões andando tanto na horizontal quanto na vertical, surfando em mísseis e percorrendo arranha-céus pelo lado de fora, enquanto fatia as criaturas aladas em seu encalço.Logo na primeira fase, que dura pouco mais de uma hora, o jogador já terá acesso a todo o armamento ninja, que inclui uma katana, espadas duplas que se alongam com correntes, além de uma outra grande e pesada para destruir escudos e paredes. Há ainda uma espécie de shuriken - a famosa estrelinha ninja - que pode ser equipado com os elementos ar, fogo e eletricidade. As armas podem ser alternadas durante os combos - que são de fácil execução e podem pode dividir as opiniões sobre o sistema de combates - e criar sequências gigantes e, na maioria das vezes, fatais."Ninja Blade" segue, do começo ao fim, a ordem: pressione os botões que aparecem na tela, acabe com alguns inimigos, faça algumas acrobacias e enfrente um chefe. Se você é fã de jogos desse tipo, a exemplo dos outros citados lá no começo, achará o jogo perfeito. Os confrontos contra os chefes trazem equilíbrio, uma vez que a dificuldade não mostra que veio até que tais combates apareçam, com vários subchefes e o culminante confronto final com um monstrão.Mesmo durante as animações, alguns botões surgem na tela e devem ser pressionados para dar continuidade à cena. Caso erre o botão indicado, o jogo automaticamente retorna alguns instantes antes para que se tente novamente. Neste aspecto, a equipe desenvolvedora pecou em não fazer cenas justamente para o caso de você errar. Assim, em vez de testemunhar seu herói ser engolido ou esmagado porque você pressionou A ao invés de Y, a cena simplesmente é interrompida e retorna ao início. Uma opção bem diferente no gênero e que marca presença em "Ninja Blade" é a possibilidade de alterar as cores e padrões do uniforme de Ken. Portanto é permitida a mudança para um personagem ainda mais sombrio, ou mesmo, quem sabe, de um palhaço. Basta encontrar as várias caixas de uniforme espalhadas pelas fases que liberam novos padrões e vestimentas

terça-feira, 7 de abril de 2009

Resident Evil 5


Resident Evil 5" é um ótimo capítulo da tradicional franquia de terror da Capcom, explorando de forma instigante a mitologia da série, com um apresentação caprichada e boa sinergia entre os protagonistas nos vários momentos de ação. Há muito conteúdo a ser descoberto, o que fará com que fãs joguem a campanha principal repetidas vezes, principalmente quando o modo multiplayer se revela tão interessante. Infelizmente os controles são antiquados, mantidos assim propositalmente para acentuar a tensão dos tiroteios, o que não deve agradar os novatos acostumados com jogos mais ágeis. Mas é obrigatório para os fãs, que deverão encontrar aqui um episódio que não deixa nada a dever aos anteriores

Resident Evil 5 - Tradições intocadas


Além das mudanças de mecânica trazidas pelo esquema de parceria, há uma tentativa de aproximar mais o jogo da ação com várias situações de combate contra múltiplos inimigos, se focando menos na resolução daqueles problemas inverossímeis do passado - como encontrar partes de estátuas que abrem passagens secretas nos lugares menos prováveis - ainda que alguns trechos similares ainda estejam presentes.

Infelizmente ela é pouco eficiente, se baseando somente em esquemas de controles novos (opcionais) que se assemelham ao de jogos como "Gears of War", além do próprio posicionamento da câmera, que limita a visão à direita do jogador ao se posicionar sobre o ombro do herói. O problema é que, além ter a visão do lado esquerdo comprometida, você tem o reflexo natural de controlar Chris (ou Sheva) como Marcus Fenix, quando eles não possuem a mesma agilidade do herói futurista da Epic. Há ainda resquícios do tal "controle de tanque", aquele que obrigava obrigando o personagem ter que girar em torno do próprio eixo para mudar de direção e ter que parar para atirar. É algo que não deve incomodar os veteranos da série, mas pode irritar aqueles acostumados com toda a agilidade e rapidez dos jogos de tiros modernos. De qualquer forma parece ter sido uma atitude planejada da Capcom - como foi confirmado em entrevistas pelo produtor Jun Takeuchi - para travar um pouco o personagem e criar tensão de forma artificial. Como não há muitos momentos de real suspense na trama e a preocupação em estocar munição foi bastante reduzida, o sufoco agora reside na limitação dos personagens em reagir aos constantes ataques inimigos, que vem de todos os lados. É uma aposta um pouco preguiçosa, há de se admitir, mas que acaba funcionando como planejado - há muitos momentos de sufoco quando se você se vê incapaz de se proteger e reagir das agressões rapidamente.

Resident Evil 5 - Flexionando os músculos


A apresentação de "Resident Evil 5" também segue a tradição da série ao entregar visuais sensacionais e um forte clima cinematográfico, que aproveitam bem os músculos dos consoles. Trechos não-interativos conseguem bombear vida ao enredo, enquanto gráficos espetaculares chamam a atenção em todos os cantos, com texturas de alta qualidade e ótimos efeitos de luz e partículas. Há uma grandeHá uma grande riqueza de locais - desde minas, tribos, manguezais, portos e ambientes industriais - e também de inimigos, que surpreendem pela vivacidade e caracterização.O áudio também é bastante complexo, se aproveitando de vários canais para bombardear os ouvidos do jogador com informações por todos os cantos, causando um envolvimento digno de filmes como "Falcão Negro em Perigo" - para citar uma das várias semelhanças. Só mesmo a dublagem deixa um pouco a desejar, ainda mantendo um certo ar de canastrice dos primeiros exemplares, com várias frases feitas e reações pouco convincentes.Há ainda vários elementos extras a serem habilitados, como o tradicional minigame "Mercenaries", além de roupas extras e outros segredos revelados com o término do jogo, que induzem o jogador a encarar tudo novamente sem pestanejar.

Resident Evil 5 - Parceiros em sintonia


O grande chamariz deste "Resident Evil 5" é o sistema de parceria entre Chris e Sheva, algo que foi introduzido em "Resident Evil 0" para Gamecube e aqui funciona de maneira mais dinâmica. Jogando sozinho, o usuário controla Chris enquanto o computador se encarrega de Sheva, utilizando duas posturas diferentes, uma mais agressiva e outra de cobertura. A moça é bastante útil não só nos combates, mas também na exploração dos cenários para a resolução de puzzles - podemos ajudar a heroína, por exemplo a subir, em uma plataforma de difícil alcance para encontrar a saída.Infelizmente o computador não é lá muito esperto e coloca Sheva como uma verdadeira cria do Rambo. Ela não hesita em gastar balas, granadas e spray de primeiros socorros ao menor sinal de perigo, o que pode comprometer seu estoque para momentos mais críticos, como os combates contra os chefes. É necessária cautela ao utilizar o novo sistema de inventário em tempo real e dar a ela somente o essencial para uma cobertura efetiva, sob o risco de desperdiçar itens valiosos em confrontos banais.Talvez por isso o jogo seja tão viciante em multiplayer, com dois amigos controlando os protagonistas. Embora não seja um processo muito intuitivo offline - é necessário que o segundo jogador pressione start durante uma partida em andamento para poder entrar, já que a opção não aparece no menu inicial - é bastante compensador. Dá para estranhar um pouco a divisão da tela, que fica preta e mostra duas telas um pouco distantes uma da outra, similares ao efeito PIP (Picture in Picture) de televisores. Mas ao se acostumar com o efeito, com certeza tudo fica mais interessante, ágil e entrosado. O mesmo esquema pode ser repetido online, o que se mostrou igualmente interessante.

Resident Evil 5 - Uma aventura na África


novo capítulo da saga volta a se concentrar na figura de Chris Redfield, introduzido ainda o primeiro jogo da série. Depois de desmantelar a corporação Umbrella, responsável por experiências que levavam a mutações horrendas em humanos e animais, o herói se empenha na luta contra o tráfico de tais experimentos, usados com armas biológicas por terroristas e outros grupos criminosos.Sua mais recente missão o envia a um país fictício do continente africano para investigar uma nova epidemia - muito parecida com a relatada por Leon Kennedy em "Resident Evil 4", quando teve que resgatar a filha do presidente dos EUA das garras de um culto misterioso na Espanha. Como integrante da agência antibioterrorismo BSAA, Chris se alia a uma agente local, a atlética Sheva Alomar, e parte em uma jornada que, no fim das contas, não se limita a estudar as origens da infecção e explora todo o passado da franquia, assim como personagens muito queridos pelos fãs.

A trama é com certeza o grande trunfo do game, capaz de absorver não só os fãs de longa data da série, mas também marinheiros de primeira viagem. Como este já é o oitavo título canônico e alguns eventos passados podem estar apagados na memória dos veteranos , o jogo traz arquivos em texto sobre a mitologia completa da franquia para relembrar fatos e situar os novatos. Isto é importante porque a narrativa não se acanha em despejar referências a jogos anteriores ou apresentar flashbacks reveladores, mantendo o importante senso de progressão da série - já se foram treze anos desde o primeiro "Resident Evil" e ainda curtimos a história introduzida por ele, com suas várias reviravoltas e conspirações.

Resident Evil 5


Desde o excelente "Resident Evil 4", jogo lançado originalmente em 2005 para Gamecube, os fãs da celebrada franquia da Capcom estão à espera de um novo capítulo oficial para tentar desvendar mais mistérios de sua complexa trama e, claro, explodir cabeças de zumbis implacáveis. Demorou um bocado, mas finalmente "Resident Evil 5" está entre nós, trazendo várias melhorias à sua fórmula e algumas boas novidades , se aprofundando ainda mais em sua mitologia ao amarrar pontas soltas do game de quatro anos atrás e também de "Resident Evil: The Umbrella Chronicles" - jogo de tiro para Wii de 2007, que também se encaixa no cânone da grife.

Rock Band 2" para Wii recebe Journey e Bob Esponja


A produtora Harmonix divulgou que a versão para Wii de "Rock Band 2" terá 11 novas canções por download nesta terça-feira (6). Sete das novas canções foram lançadas na semana passada para as edições de Xbox 360 e PlayStation 3.É o caso de "Don't Stop Believing", do Journey. Além disso, há "Heartbreaker" (Pat Benatar), "Geraldine" (Glasvegas) e "C'mon C'mon" (The Von Bondies), e mais três músicas do disco do personagem Bob Esponja.Outras quatro canções vêm de um catálogo mais antigo, que inclui três faixas do Foo Fighters - "DOA", "This is a Call" e "Times Like These", além de "Rock 'n' Roll Star", do Oasis. Cada faixa tem preço de 200 Wii Points (US$ 2)."Rock Band" é uma série musical produzida pela Harmonix (criadora também dos primeiros "Guitar Hero") no qual os jogadores usam controles em forma de guitarra e bateria, além de um microfone. O destaque fica para as partidas multiplayer para até quatro jogadores, cada um no comando de um instrumento.Veja a lista das 11 canções que estão previstas para aparecer na versão para Wii de "Rock Band 2" nesta terça:. Journey - "Don't Stop Believing". Pat Benatar - "Heartbreaker". The Von Bondies - "C'mon C'mon". Glasvegas - "Geraldine". Foo Fighters - "DOA". Foo Fighters - "This is a Call". Foo Fighters - "Times Like These". Oasis - "Rock ‘n' Roll Star". Spongebob Squarepants - "The Best Day Ever Song". Spongebob Squarepants - "Where's Gary?". Spongebob Squarepants - "I Can't Keep My Eyes Off of You

Call of Juarez: Bound in Blood


"Call of Juarez: Bound in Blood" é continuação do jogo situado no velho oeste "Call of Juarez", lançado em 2007. A nova história, no entanto, mostra eventos anteriores ao original, ainda misturando referências a clássicos filmes do gênero das décadas de 60 e 70.Os protagonistas são os irmãos Tom e Ray McCall, donos de habilidades e características distintas - um é forte e lento, enquanto o outro é menor e mais ágil. A dupla parte em uma longa jornada à procura do tesouro perdido de Juarez, contornando uma série de situações extremas como batalhas campais entre as tropas de infantaria e os índios. A aventura começa nos campos do estado da Georgia, devastados pela guerra civil, passando por desertos e desfiladeiros até chegar às ruínas aztecas do México. O jogador pode escolher um dos irmãos McCall e seguir em rota de ação, ainda utilizando o concentration mode para despachar os inimigos - em uma espécie de câmera lenta, é possível marcar os alvos para que todos sejam atingidos em seqüência. Duelos também estão presentes e voltam mais complexos, pedindo que o jogador não apenas atire mais rápido, mas que também se posicione de tal forma que possa enganar o adversário na hora do saque, se esquivando ou fingindo algum movimento.O aspecto multiplayer recebeu bastante atenção também. Um dos destaques é um modo cooperativo que reencena momentos clássicos da história dos EUA, como o famoso tiroteio do OK Curral - aquele em que o lendário xerife Wyatt Earp e seus irmãos enfrentaram os bandidos do bando dos Clanton. Entre os competitivos há disputas entre times de xerifes e ladrões, além de um modo chamado de "Wanted", que coloca a cabeça do jogador a prêmio à medida em que ele arrecada mais dinheiro

The Beatles: Rock Band" terá material inédito de áudio


Em entrevista para a publicação Billboard, Dhani Harrison, filho do ex-Beatle George Harrison, afirmou que o game musical "The Beatles: Rock Band" terá "material nunca antes ouvido ou lançado". No entanto, disse que não poderia dar detalhes sobre o assunto.Assim, fica a especulação sobre o que seria esse material: de cenas de bastidores até uma canção inédita do quarteto de Liverpool.Na mesma entrevista, Harrison falou sobre seu envolvimento com o game. "Eu levei o projeto para a Apple [Corps, empresa que administra o legado dos Beatles; não confundir com a fabricante do iPod] e meio que convenci todo mundo para fazer uma apresentação", disse. Também afirmou que serviu de modelo a alguns personagens do jogo."A descrição do meu cargo é... ser apaixonado [pelo projeto]. Estamos trabalhando nisso há dois anos. Esta é a primeira vez que será total e historicamente fiel. Tem sido uma grande dor de cabeça, mas também o trabalho mais gratificante que já fiz na vida", resume.Tocando com o Fab FourComo os "Rock Band" anteriores, a versão dos "Beatles" funciona como um simulador de banda, em que até quatro jogadores "tocam" instrumentos: guitarra, baixo, bateria e voz. A diferença, naturalmente, é o repertório, que traz as canções da clássica banda inglesa. De acordo com a Variety, o jogo dos Beatles teria 45 canções do conjunto, vindas de todos os álbuns gravados pela EMI, de "Please Please Me" até "Abbey Road", passando por clássicos como "Let It Be" e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band"."The Beatles: Rock Band" está previsto para sair em 9 de setembro deste ano, para Xbox 360, PlayStation 3 e Wii.

The Beatles: Rock Band" chega em 9 de setembro


A MTV Games, Harmonix e Apple Corps anunciaram a produção de "The Beatles: Rock Band", game musical que terá canções do lendário quarteto de Liverpool, consideradas uma das mais famosas bandas de todos os tempos. O título é para Xbox 360, PlayStation 3 e Wii, e chega no dia 9 de setembro.O anúncio contraria a declaração inicial de Alex Rigopulos, presidente da Harmonix, que afirmou, à época em que o game dos Beatles, ainda sem nome, foi revelado pela primeira vez, no final de outubro, que o título não seria um "Rock Band".Como os "Rock Band" anteriores, a versão dos "Beatles" funciona como um simulador de banda, em que até quatro jogadores "tocam" instrumentos: guitarra, baixo, bateria e voz. A diferença, naturalmente, é o repertório, que traz as canções da clássica banda inglesa. De acordo com a Variety, o jogo dos Beatles teria 45 canções do conjunto, vindas de todos os álbuns gravados pela EMI, de "Please Please Me" até "Abbey Road", passando por clássicos como "Let It Be" e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band".O jogo aceita instrumentos dos "Rock Band" anteriores, assim como controles de outros jogos musicais - "Guitar Hero World Tour", por exemplo -, mas também terá versões próprias dos dispositivos, que imitam os instrumentos usados por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr em suas carreiras.O título prevê três edições: a "normal", apenas com o game, que custa US$ 60; guitarras avulsas a US$ 100; e um pacote limitado a US$ 250, que vem com o jogo, guitarra, bateria e microfone.

Beatles terão game musical em 2009


A MTV Games anunciou oficialmente que fez um acordo com a Apple Corps (não confundir com a fabricante do iPod), empresa que administra o legado do grupo inglês Beatles, para usar as canções do quarteto de Liverpool num game inédito, ainda sem nome, feito do zero. O jogo está previsto para aparecer no final de 2009, mas não foram divulgadas as plataformas.Ao contrário do que foi informado antecipadamente por jornais como The Wall Street Journal e Financial Times, o game não terá ligação com "Rock Band", o simulador de bandas produzido pela Electronic Arts, Harmonix e a própria MTV Games.Segundo a nota divulgada pelas companhias, o novo jogo será uma "progressão experimental e sem precedentes" e uma "celebração da música e do talento artístico dos Beatles", consideradas um dos maiores fenômenos culturais de todos os tempos.O sonho não acabouO título está sendo produzido sob a supervisão dos beatles remanescentes Paul McCartney e Ringo Starr, além de Yoko Ono e Olivia Harrison, viúvas de John Lennon e George Harrison, respectivamente. Também conta com a expertise de Giles Martin, co-produtor do "LOVE", espetáculo realizado pela trupe do Cirque Du Soleil tendo como temática o mundo e as músicas dos Beatles. Martin será o produtor musical do jogo."O projeto é uma idéia divertida que amplia o apelo dos Beatles e de sua música. Gosto de idéia das pessoas terem oportunidade de conhecer as músicas de dentro para fora", comentou McCartney. "Amei [o projeto] e espero que continue inspirando e encorajando as novas gerações por muitas décadas", disse Yoko Ono Lennon.Falando para o site Shacknews, Alex Riggopulos, fundador da Harmonix, disse que o game está em produção "há algum tempo" e as negociações começaram há 17 meses. A trilha sonora não foi divulgada, mas terá canções desde o álbum de estréia "Please Please Me" até "Abbey Road". Apesar de o jogo ser original, Riggopulos admite que poderá "tirar vantagem da plataforma 'Rock Band' de muitas formas

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Jogadas de efeito



1 - Para realizar uma tabelinha com seus companheiros, corra, toque com X e receba com triângulo na frente.
2 - Para realizar cruzamentos precisos, com o L1 pressionado, aperte triângulo.
3 - Para encobrir o goleiro em sua saída do gol, segure L1 e aperte triângulo.
4 - Para realizar uma finta no goleiro, aperte quadrado e logo na sequência X.
5 - Para realizar o famoso elástico no adversário, aperte três vezes L1 ou R2.
6 - Para chutar a bola de primeira, espere a bola ficar próximo, carregue o chute e quando se aproximar de você, solte.
7 - Para realizar um voleio, pressione R1+R2 no alto + quadrado.
8 - Para enganar o adversário e deixar a bola passar por entre suas pernas, toque, segure R1 e finalize a jogada.
9 - Para realizar o chute de chapa, segure R2 e pressione quadrado.
10 - Para fazer as pedaladas de Robinho, na corrida, pressione várias vezes o botão R2.
11 - Para retomar a posse de bola, utilize o carinho para roubar a bola na troca de passe de seu adversário.
12 - Nos escanteios, toque a bola para seu companheiro invadir a àrea ou realizar o cruzamento ou cobre no primeiro pau para um de seus companheiros finalizar a jogada.
13 - Nos escanteios ou cruzamentos, caso seu jogador esteja muito longe da área. Espere o jogador matar a bola no peito e finalize a jogada.
14 - Chutes de fora da área são uma alternativa real de gol, inclusive nas cobranças de falta. Sempre use a curva para dentro. Até 22 metros, coloque o direcional para baixo, dos 22 aos 26 metros, não use o direcional, e para distância maiores use o direcional para cima.
15 - Quando estiver defendendo e jogador vier em sua direcão sozinho, aperte triângulo para o goleiro sair no pé do adversário