
A música sempre foi fundamental para temperar a experiência proposta pelos games, seja em momentos dramáticos, com tonalidade melancólica e notas longas, ou para a mais intensa ação, em tempo rápido e aflito. As trilhas sonoras são características de vários jogos, e muitas faixas que compõem o tema dos games habitam a memória dos jogadores por um longo período.
Contudo, os jogos, que abrangem quase todos os estilos e temas, possuíam tradição em títulos de ação, estratégia, esportes, tiros e aventura. Os games com jogabilidade focada diretamente à música eram escassos, e em suma se resumiam a puzzles onde o jogador tinha de “dançar” e acionar determinados comandos no ritmo da música para conquistar os objetivos. O responsável pelo eminente sucesso foi o arcade, que com suas máquinas de dança e ritmo consolidou um gênero promissor.
Nos consoles a moda também pegou, e algumas versões que contavam com acessórios adaptados para dança, como tapetes sensíveis ao toque, transcreviam a fórmula dos fliperamas diretamente para o lar dos jogadores. Mas o estilo logo foi banalizado, e a experiência já não chamava mais atenção como em seus primeiros suspiros. A sustentação da fórmula foi trazida pela Harmonix, por meio de um game que originou vários outros títulos análogos: o "Guitar Hero".
O novo patamar contava (apenas) com um acessório que simula uma guitarra elétrica, com botões que devem ser acionados quando a “nota” atinge um determinado local, semelhante aos predecessores dançarinos. Porém, a nova franquia migrava para um estilo mais pesado, contando com devidas inovações necessárias.
Com base em "Guitar Hero", o gênero expandiu-se para novos horizontes e para várias plataformas, originando vários similares. Um deles é "Rock Band" e, além do joystick semelhante ao instrumento de cordas, o arsenal também conta com um adicional que simula uma bateria, tornando a experiência ainda mais intrigante.
Visando o gênero promissor, quase dez anos após o primeiro lançamento da franquia "Guitar Hero", a Konami anuncia seu próprio título de ritmo para os games: "Rock Revolution".
Contudo, os jogos, que abrangem quase todos os estilos e temas, possuíam tradição em títulos de ação, estratégia, esportes, tiros e aventura. Os games com jogabilidade focada diretamente à música eram escassos, e em suma se resumiam a puzzles onde o jogador tinha de “dançar” e acionar determinados comandos no ritmo da música para conquistar os objetivos. O responsável pelo eminente sucesso foi o arcade, que com suas máquinas de dança e ritmo consolidou um gênero promissor.
Nos consoles a moda também pegou, e algumas versões que contavam com acessórios adaptados para dança, como tapetes sensíveis ao toque, transcreviam a fórmula dos fliperamas diretamente para o lar dos jogadores. Mas o estilo logo foi banalizado, e a experiência já não chamava mais atenção como em seus primeiros suspiros. A sustentação da fórmula foi trazida pela Harmonix, por meio de um game que originou vários outros títulos análogos: o "Guitar Hero".
O novo patamar contava (apenas) com um acessório que simula uma guitarra elétrica, com botões que devem ser acionados quando a “nota” atinge um determinado local, semelhante aos predecessores dançarinos. Porém, a nova franquia migrava para um estilo mais pesado, contando com devidas inovações necessárias.
Com base em "Guitar Hero", o gênero expandiu-se para novos horizontes e para várias plataformas, originando vários similares. Um deles é "Rock Band" e, além do joystick semelhante ao instrumento de cordas, o arsenal também conta com um adicional que simula uma bateria, tornando a experiência ainda mais intrigante.
Visando o gênero promissor, quase dez anos após o primeiro lançamento da franquia "Guitar Hero", a Konami anuncia seu próprio título de ritmo para os games: "Rock Revolution".

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